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quinta-feira, 25 de junho de 2015

TEU NOME… SABÊ-LO BEM




(complemento e… final)





Ouviste-me por ti chamar, nos versos

últimos? E neles, perceber teu nome?

Apenas sugerido e subentendido

mas que a quem leu nem o apelido esqueceu?



Sempre tão susceptível e entendível

a cada nova rima sem ter rima

porque quem a rima faz somos nós

como àquele amor, jamais desmentido?



Dime, pensavas realmente, assim

que nos venceria a mentira, só porque

tem quem não sabe o que é amar, a quem se ama?



Ou como poderia sequer razão existir

se outra coisa houvera a existir (cobiça,

só cobiça) que não o amarmo-nos, eternamente?



Desgraçada gente, que não sabe,

que quem cuidou amar, amado sempre será.



Jorge Humberto

06/06/15



"Por decisão do autor, o texto está escrito de acordo com a antiga ortografia".

 

 

 

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