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sábado, 28 de fevereiro de 2015

POEMA AMIGO




Amigos vêem até nós como águas a sossegar

velas velozes de um barco tremendo

quando os mares se agitam de par em par

ou quando tememos o que somos ou vamos sendo.



São como faróis de fortes luzes a debruar

as noites mais ricas e até as mais esconsas crendo

quando mesmo num raro sopro a assoprar

nos levam a bom porto seus braços estendendo.



Mas amigos são também como o silêncio que é de ouro

quando nos escutam as pressas de chegar

ou quando nos apontam o caminho mais duradouro.



Razão de ser deste meu poema que quis sincero!

Porque amigo que é amigo nasceu par’amar

não esconde nem finge e fá-lo com esmero.



Jorge Humberto

26/02/15

 

 

 

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