Pesquisar este blog

sábado, 27 de setembro de 2014

BRISA NOSTÁLGICA




Quando te achegaste a mim – singela
Como sói respirar-se por uma vontade
Única a compasso lá ia falando dela
Corando por sentir alguma inocuidade


Que a humildade não deixava disfarçar.
E a chuva lá fora era como um descanso
Fazendo as folhas caírem bem devagar
Umas e outras num sustentável remanso.


Teu rosto molhado numa face só de agora;
O cabelo caído pelas águas e pelos ventos;
Era dos próprios o próprio par que se namora.


E quando por fim se encontraram lado a lado
Na Sua mui generis oceânica – E seus Sustentos!
Extravasaram do amor… todo o seu pecado.


Jorge Humberto
15/09/14

Um comentário: