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sexta-feira, 18 de julho de 2014

A UNIVERSALIDADE DAS COISAS



Oh, minha doce, mulher
É sempre como num simples dedilhar
De cordas, nas cordas de um piano,
O que o bem-querer sempre quer,
Quando se apresenta
E corre, do mar ao largo,
O que vai e vem, de um a outro lado:
Quando os sons são mais acordados.
Já o fizeram antes, como dentre e fora, dentro de nós -
Para amainar talvez as luzes menos correctas.
E como por entre taças de vinho e de mel,
Com lagos cheios de águas cristalinas,
É que devemos parar e observar genuinamente,
A universalidade do que existe para ser:
Todos os bocadinhos singulares,
Que fazem de nós mais do que nós a sós!
Jorge Humberto
10/07/2014

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