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quinta-feira, 20 de março de 2014

GRITO QUE MORRE NA GARGANTA

da minha janela a vejo passar toda madrugada
escuto seus passos e descompassos na calçada
meu peito treme ao sentir nela tanta tristeza
vida estragada em mais uma noite de orgia e bebida
mais uma noite que talvez nunca seja esquecida
que vai matando a alma  acabando com sua vida
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eu choro sento uma vontade enorme
de abraça la  e chamar gritar por seu nome
dizer fica aqui com quem te adora te ama
vem por favor não me deixa chorar sozinho
terás meu beijos muito abraços e carinho
terás um lar muito amor serás uma dama
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deixa essas noites de vergonha e falsidade
vem viver de amor  e muita felicidade
onde seras a rosa de meu grande jardim
deixa esses beijos e corpos desconhecido
esquece o passado sujo mal escolhido
terás um grande amor solido sem fim
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mais MEU GRITO MORRE NA GARGANTA
perco a coragem que em minha alma canta
e ela se vai os passos descompassos vai embora
eu fico chorando debruçado em minha janela
esperando criar coragem de falar com ela
pega la em meus braços e voar por esse mundo afora


M A N O E L    C O R R Ê A




3 comentários:

  1. Amores que a vida traz.... ainda que passando lá fora, não deixam de mexer com a gente aqui dentro... adorei teus versos, querido amado amigo poeta MANECO... PARABÉNS!!! beijos de VC, pra vc...

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  2. Versos sentidos de beleza rara. O amor é mesmo assim, um que oferta, outro que recusa, que sua musa escute seus apelos. Adorei seu poema. Abçs!

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  3. NEM SEI OQUE DIZER ,,,, DUAS MUSAS ALMAS DE MINHA ALMA SE VOCÊS FALAM EU ACREDITO ,, MUITO OBRIGADO AMO VOCÊS DOCE DAMAS DA MINHA VIDA

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