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sábado, 15 de março de 2014

AMAR A QUEM




É indiscutível que eu amo.

Mas amo a quem?

Aos outros, como a mim

mesmo. Jazeria no chão,

sem importância, se assim

não fosse. Cabe-me a mim

amar para ser amado.

Amar é dar importância é

elogiar a outra pessoa e é

reconhecer-lhe valor para

singrar na vida. Vida dura

penosa que nos calha em

«sorte».

Para amar é necessário

desprendermo-nos de

nós mesmos, caminhar-

mos solitários, até que

venha a sede de estar em

sã comunhão e vivência,

com os demais.

Ninguém perdura sem o

amor, que perpassa do

outro e a meio caminho,

nos alcança.

Amo as coisas como elas

são, sem lhes querer

alterar o sentido nem o

preceito original.



Jorge Humberto

02/12/10

2 comentários:

  1. Querido amigo JORGE HUMBERTO, o amor é a alavanca do mundo... sem ele, definharíamos, como a quem falta o alimento... só que a alma... sensibilidade ímpar... belíssimo poema... Grande beijo de VC, PARABÉNS !!!

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  2. UM BELÍSSIMO POEMA, PARABÉNS POETA, BJS MIL.

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