Pesquisar este blog

domingo, 26 de janeiro de 2014

QUE DIGAM AS BORBOLETAS






Com o tempo descobri,
que as borboletas que voavam no meu estômago,
a cada vez que o via... 
saiam das minhas entranhas,
a cada vez que nos amávamos...
Ele sempre soube,
exatamente como dizer as coisas,
ainda que essa coisa, nem se chame coisa,
se chame amor...
Sempre soubemos
que um dia nos encontraríamos
e poríamos todas as borboletas,
as minhas e as dele,
pra voarem juntas
fosse dentro, e ou fora de nós
Nossos olhares sempre foram
reveladores,
provocadores,
determinantes
incontestáveis, irreleváveis,
inevitáveis e puros,
e nossos,
Nossos olhares, como nossos arrepios,
sempre foram nossos...
Que digam as borboletas!

Vera Celms
Licença Creative Commons
Este obra de Vera Celms está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

4 comentários:

  1. Espetacular inspiração. Aplausos, cara amiga poetisa Vera... Fraternais abraços...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querido amigo poeta, Águia. Obrigado por seus aplausos. Beijos fraternais de VC...

      Excluir
  2. Minha querida maninha Vera, Wowwwwww, menina que poema, arrasou, simplesmente magnífico, parabéns, bjs da Manamiloka.

    ResponderExcluir
  3. APLAUSOS ??? NÃO SEI !! SE FOR APLAUDIR CADA POEMA SEU QUE LEIO TODOS SÃO LINDOS TODOS MERECEM UM MONTÃO DE APLAUSOS ESTRAGA MINHAS MÃO
    PREFIRO DIZER CONTINUE ,,,FAZ MUITO MAIS MINHA ALMA ESTA ANSIOSA POR PALAVRAS LINDAS SAIDA DE SUA ALMA UM BALAIO DE BEIJOS MINHA DOCE AMADA

    ResponderExcluir