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sábado, 30 de novembro de 2013

L E M B R A N Ç A S

Tive um amor correspondido
Ele nunca sera esquecido
Pois esta no fundo do coração
Lembrar de um grande amor
Ameniza  toda nossa dor
Transforma  a dor em paixão
.........................................
Lembranças dos lugares que amamos
As vezes ate marcas deixamos
Para nunca ser esquecido
A casca de uma arvore riscada
Um coração duas letras entrelaçada
Lembranças de um momento vivido
.......................................................
Na sombra de uma paineira
Nas pedras da cachoeira
Na borda de um chafariz
São lembranças inesquecida
De um tempo em minha vida
Tempo que fui muito feliz
..................................
Agora o tempo passou
Talvez ate se apagou
As marcas que la deixei
Só não esqueci a felicidade
Nem apagou a saudade
Da mulher que mais amei

    M A N O E L    C O R R Ê A


domingo, 24 de novembro de 2013

TESOURO FÊMEO






Posso sentir sua pulsação,
Seu sangue anda confuso,
Sem saber por que veia transitar,
O objetivo é um só,
Vários os caminhos
Preciso que abra clareiras,
Ainda que seja com as mãos nuas,
Sinto a umides do seu desejo,
Logo abaixo da saia inquieta
Sinto seu olhar desejoso inseguro
Mas, se só quero me dar a você!
Quero que sinta, novamente,  o gosto alegre da realização
Quero, macho,  lhe fazer feliz,
Leva-la por caminhos estrelados,
Fazer com que se lembre,
O que é o brotar do arrepio da pele,
O estremecer do corpo inquieto,  interessado,
Quero que me mostre,
Pela destreza das suas mãos,
A fêmea que se esconde em você,
Posso me espelhar no brilho do seu olhar
É inegável, o desejo, a ardência,
Não se negue a felicidade
Não se recuse ao que tanto quer,
Sou seu homem, você minha mulher...
Abro meus braços e te espero
Salivando, pelo corpo, que ao sorrir se entrega,
Busque-me nas suas fantasias,
Nos sonhos mais secretos,
Assuma, que me quer,
Pois que te quero,
Busco teu cio,
Em meias palavras,
Em meios sorrisos, delatores
Impossível não sentir que nossos corpos
Se completam, se desejam,
Se buscam, ardendo de tesão...
Vem pra mim...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho TESOURO FÊMEO de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

INTERNAMENTE EXPOSTO (Soneto principal do meu próximo livro "Internamente exposto" - capa provisória). Previsão de lançamento para o mês de dezembro.





















Sou no que me transformo totalmente, 
Num real tempo findo e no futuro; 
E acima do que pensa a tua mente,
Sou amargo, feliz, lírico e puro!

E tenho veleidades absolutas,
Sou vida e morte de tantos critérios!
Destas páginas com tão bravas lutas,
Sou só amor, ou dor dos cemitérios!

Sou fome, também fortes de saudades;
Curo homeomorfo - a alma peregrina,
Condenso-me às matérias verdades.

E sou muito mais do que me imagina,
Sou martírio das insanidades,
Sou universo que nunca termina!


Eduardo Eugênio Batista



terça-feira, 19 de novembro de 2013

SONETO DA ESPERANÇA (ÀS FILIPINAS)





Soneto da esperança
(Ás Filipinas)

Assim como a fé na crença dadivosa
fortalece o homem em suas certezas,
no silêncio da su’  alma rica em beleza,
a prece exalta a esperança bondosa!

E na luz de suas mãos caridosas,
recolhidas ao centro do peito,
ora pelo mundo quase que perfeito,
por tempos melhores, de mais bondade!

Transforme-se a tragédia dos eventos,
em atos de amor e solidariedade,
ajuda e esperança aos necessitados!

Eis que o amor afagará lamentos,
dando asas á fraternidade,
diminuindo  os sofrimentos!

Maria Iraci Leal/MIL
POA/RS/Brasil
19/11/2013

Obra protegida

domingo, 17 de novembro de 2013

minha janela

Minha janela aberta
Sentido sempre alerta
Ouvindo o vento passar
O vento passa mansinho
E me deixa sempre sozinho
Sem ninguem para amar
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Pela janela aberta
Sentido sempre alerta
Vejo a chuva caindo
Chuva cai lava o chão
Peço que lave meu coração
Das dores que estou sentindo
;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
Pela janela aberta
Sentido sempre alerta
Vejo o sol brilhando
Seus raios traz alegria
Mais pra mim é mais um dia
Com o coração sangrando
;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
Minha janela fechada
Não quero ver mais nada
Nada mais me importa
Depois de tudo que fiz
Não consegui ser feliz
Minha deusa é morta
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MANOEL CORRÊA

TÃO SÓ





Ali estava eu,
Diante de mim
Reflexões, momentos solitários
Depressões,
De frente com a realidade
A vida parece muito mais cruel
O fim, agora, estava por pouco
Já ameaçava partir a tanto tempo
Só faltava coragem,
Para atravessar o portal
que a qualquer momento se abriria
Todos temos um momento
Decisivo, derradeiro,
Por enquanto, só reflexão
Perdões, arrependimentos, entendimentos,
O momento chegaria,
Por mais que esperemos, é brusco
O momento em que o cordão prateado se rompe
A viagem, a transição,
O frente a frente com a realidade
E ali estava eu,
Diante de mim
Momento tão único
Incomparável, irremediável,
Um passo a frente ou atrás não fará diferença,
O caminho já traçado,
Roteiro inalterável
Ora aqui, ora lá...
E tudo estará definido,
Tudo estará terminado
Ou, enfim, começado...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho TÃO SÓ de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

PALAVRAS AMIGAS... POEMAS MIL.


PALAVRAS AMIGAS...  

Foram muitas palavras, 
vieram aos montes, em profusão, 
entraram tão fáceis no coração! 

Tinham cores, sabores e perfumes, 
gosto de cocada, frescor de brisa suave, 
cheiro doce de rosas e lavandas! 

E assim chegaram palavras, 
de uma querida e distante amiga, 
trouxeram luz, força e magia,
eu extasiada, muito agradecida! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
16/11/2013 
Obra protegida

sábado, 16 de novembro de 2013

VERSOS PARA TI, BEM O SABES!

Era previsível, que, o amor, de tantos anos,
Voltasse a trinar, as vozes únicas, do fado.
Nunca viveu longe, nem desatinado,
Apenas se havia perdido em desmandos.



Abriu-se em flor, como sempre aprendeu
E viveu, para ser na noite, a luz dos enamorados.
Como é precária a saúde, a ela sufragados,
Perdeu-se a poesia, e o que nos comoveu.



Tem o homem e a mulher o grande condão:
De pensar, repensar e de mudar pensamento.
E é esse o nosso grande e enorme alimento,
Com que, respirando, ouvimos a voz do coração.



E ele, voltou a sorrir – como é grato o amor,
Quando, às tantas, se voltou a falar, em harmonia.
E quando, de ora em diante, o retorno da alegria,
É a mágica magia, que nunca guardou rancor.



Jorge Humberto
16/11/2013


domingo, 10 de novembro de 2013

COLHE-ME





Teu desejo, me colhe no ar,
Ao pronunciar a primeira letra
A nota musical, que é tua voz aos meus sentidos
Busca-me em meias palavras, entre imaginações,
Nas entrelinhas,
Nas palavras rasgadas de desejo e suor,
Corpo rijo, túmido,
Visão turva,
Estrelas por todo lado,
Pés, que nem mais tocam o chão, volitam...
Num momento, é meio caminho da loucura,
No outro, grita de prazer, na loucura do gozo...
Uma mão na direção,
Outra, te obriga a  perder o rumo,
Procura a contramão,
Para no acostamento
No meio fio,
Meio caminho entre loucura e razão,
Usa a sua, imaginando a minha mão,
Minha boca a abraçar-te o sonho,
Imaginando um desvario completo,
Sem pecado, sem perdão,
Alegria, respingada por todo o espaço
Teso grito inundando a via publica
Como uivo de lobo no cio
Procurando o meu,
Derramo em teus ouvidos, o que pedes,
A meia voz, sem meias palavras
Aportando no teu pensamento,
Pelo caminho, por toda a noite,
Gerando imagens, fotografadas pela memória,
Histórias a não serem contadas,
Lembradas,
Roçadas, a exaustão,
Satisfeitas e felizes,
Mais uma vez...
Tua...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho COLHE-ME de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

DE TEMPOS EM TEMPOS...



O CHAMADO...

Imagem do Google

CHAMADO...  

È quando me chegas imensa e toda cheia, 
farta, branca e alva nas minhas madrugadas. 
Oh minha musa, oh minha lua o teu chamado 
em minha alma toca e meu coração incendeia! 

Me chamas para a “pluma” e reclamas a poética. 
E os versos desvendarão segredos dos amados, 
contarão dos suspiros que explodem em chamas, 
revelarão desejos e carícias embaixo das cobertas! 

Louvarei os teus raios com intensos versos, 
entregando-me ao fascínio do teu chamado. 
Direi dos amores e da paixão que enlouquece! 

Falarei dos sentimentos que existem no amplexo, 
dos amantes que envolvem com os seus braços. 
Do teu feitiço, oh lua que nos domina e penetra! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
06/08/2013 
Obra protegida

domingo, 3 de novembro de 2013

NÃO SEI QUEM TU ÉS

Você surge em minha vida
Como tempestade ou vendaval
Me esmaga me arrebenta desmancha
Nem sei se sou um bem ou um mal
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Como veio você se vai desaparecer
Me deixa como um trapo qualquer
E eu quebrado esmagado prometo
Nunca mais quero ver essa mulher
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A noite deixo a porta entreaberta
Pois eu sei que de novo  vai voltar
E de novo serei teu brinquedo
Ate a madrugada quando você me deixar
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De novo fico sozinho pensando esquecer
Mais suor e teu cheiro fica em minha cama
Dizendo que ainda vai voltar
Que meu coração e minha alma te ama
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Nem sei teu nome nem sei quem és
Não sei vem do céu do mar ou da lua
Não sei se é um anjo sereia ou demonio
Só sei que meu corpo espera por essa beleza nua
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Assim  a vida vai passando feliz
Eu fazendo tudo que o amor é capaz
Você meu martirio  meu inferno
Mais teus carinhos teu amor me dá paz
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Nem quero saber mais teu nome
Se és anjo ou um demonio qualquer
So sei que te amo te quero te espero
E sei que morro a noite que não vier

MANOEL CORRÊA


PELO FRESCO DA MANHÃ

Abre-se uma sombra, junto a uma árvore.
O sol mostra-se agradado, com o fresco
Da manhã, azul anil - um azul só ali nascido,
Para os jovens, que, em algazarra, vão até à escola.



Salta uma bola, de uma mala descuidadamente aberta.
E em ajuntamento, crianças encerram-se em casas
Quadradas -com passeios e escadas desniveladas
Pois nunca houve tempo, para cuidados maiores.



E ei-los que chegam, espaçadamente, os pássaros.
E as primeiras pessoas, desenham o dia, a preencher.
Gente bonita, solta o cabelo e arregaça as mangas.
Que cada um já tem seu desígnio marcado, a ferro, na carne.


Mas as flores não se deixam intimidar, com a mesmice
E soltam seus olores mais sofisticados -
Quem sabe se não é o que era mais preciso aqui:
Um dia contado, como se fosse a existir, a qualquer instante.



Jorge Humberto
03/11/2013

TUA SEDE, MINHAS AGUAS





Vem, mata tua sede
Minhas águas te esperam,
na ânsia de afogar-te
de prazer e de desejos
na volúpia da sede
Vem, refaça-se em mim
Mato a tua sede, te alimento
e nutro tua libido com a  minha
Vem, que sou tua,
desde ontem
até,muito além de amanhã...

VERA CELMS
Licença Creative Commons
O trabalho TUA SEDE, MINHAS AGUAS de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.