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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SERÁ QUE SEI ??






Falo da beleza das mulheres
Falo da grandeza do mar
Falo da pureza do amor
Mas, será que sei amar ?
................................
Falo da beleza dos pássaros
Da grandeza da gaivota a voar
Da beleza e perfume das flores
Mas,  será que a tudo sei amar ?
.................................................
Falo de toda natureza
Da beleza do rio a correr
De toda dádiva de Deus
Mas, será que sei agradecer ?
..............................................
Digo, sou um grande poeta
Na verdade nem sei escrever
Acho que sou mais um no mundo
Que nem sabe o que veio fazer

MANOEL  CORRÊA
Licença Creative Commons
S E R A Q U E S E I ?? de Manoel Correa é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada

ESPERA PELA LUA



Esperei a grandeza da lua
Mas, ela não veio me ilumínar
Sentindo a beleza da chuva
Não ouvi a estrada chamar
........................................
E assim perdi o caminho
Não lembro qual minha estrada
Não sou mais o poeta da lua
Só um poeta, esquecido na calçada
...............................................
Como todo poeta, não vive
Sem a beleza da lua
Como um gato sem dono
Sou um poeta, perdido na rua
....................................
Se na madrugada ouvires
Um verso em forma de lamento
É  só um poeta que chora
Versando as magoas ao vento

MANOEL CORRÊA
Licença Creative Commons
O trabalho ESPERA PELA LUA de Manoel Correa foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.







domingo, 29 de setembro de 2013

VINGANÇA





Partir sem dizer pra onde
Deixar-te só,
Sonhando com a volta
E não voltar
Partir sem dizer adeus
Perder-me de vista
Sumir...
E um dia virar noticia
Encontrada; morta,
Com pulsos cortados
Sufocada com a própria meia-calça,
Cabeça envolta em saco plástico
Um punhal na mão
Um revolver caído ao lado do corpo
Nenhum bilhete,
Nenhuma pista
Nenhuma chance de contar historia
Fazer-te sentir culpado
Por toda vida,
ou até que a morte nos una novamente...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho VINGANÇA de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

sábado, 28 de setembro de 2013

JÁ FOMOS...







Imagem Google

JÁ FOMOS... 

Já fomos rios que desaguavam 
lado a lado, juntos navegavam 
e corriam para o mesmo mar.
Já fomos a canção espalhada 
que vibrava... Como vibrava. 
Lindamente soava e encantava! 

Já fomos o riso e a gargalhada 
em noites claras do nosso amor. 
Mas o inverno matou-nos as flores, 
apagou nossos passos, deixou dores, 
apagou nossos cheiros e contornos. 
A boca salivando o gosto de vinagre, 
o peito com tamanha dor que arde! 

Mas eu recortei com cuidado a tua imagem, 
antes que o frio cruel também a matasse. 
Delicadamente guardei num canto da alma, 
para quando de ti sentisse a saudade! 

Já fomos rios que desaguavam, 
navegavam juntos para o mesmo mar. 
Os cursos mudam e os rios se afastam, 
mas o tempo e nem a distância separam, 
aqueles que um dia se amaram! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
08/08/2013 
Obra protegida

PASSAR PELA VIDA



Quem vê o sol e não vê beleza.
Que vê as estrelas e não faz pedido
Ver a beleza da lua e não sonhar
É melhor nem ter nascido
.....................................
Quem não vê beleza numa mulher
Quem viu uma criança e não amou
Deixou que a vida passasse
Mas por ela não passou
.............................................
Minha mente sente tudo
Vê como a natureza é bela
A vida não passa por mim
Sou eu que passo por ela

MANOEL CORRÊA
Licença Creative Commons
O trabalho PASSAR PELA VIDA de Manoel Correa foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

História


Descobri que o melhor a fazer, é caminhar com os próprios pés, aproveitar o destino que acontece todos os dias, para criar a própria história.

Voltar
Manhã Cinzenta
Faz me chorar
A chuva lembra
O teu olhar
As folhas mortas
Caem no chão
A dor aperta
O coração
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta pra meu peito
Daqui não saias mais


Perdi me AMOR
Pra te encontrar
Na solidão
Do teu olhar
No teu olhar
Se perde o meu
Também o mar
Se perde no céu
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta pro meu peito
Daqui não saias mais

OBRIGADO DEUS

sem lastimar  as perdas , contendo a dor  no coração e o sofrimento da alma  ainda tenho força  para agradecer a Deus . Ele [Deus]  me entregou meus filhos , e eu os criei eduquei ensinei tuas regras a eles
Agora você   os leva para junto de si   por favor os guarde ate que um dia  eu possa reve los
                                         OBRIGADO  SENHOR

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Meus grandes amigos poetas ou não   me perdoa por favor  por ousar ocupar este  sagrado espaço
poético   [relembrando  acabei de enterrar o corpo de meu filho numero 6 ]  

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

RETORNOS (Indrisos)




Ainda que nada se cale a tua saudade,
Do amor e beleza que mal não falem...
Venho de dentro expor paixão aberta.

Olhos consentindo os nossos instantes,
Meu corpo é teu tormento sacrificado;
Bocas beijadas naquele dia, momentos...

Existi antes por ti e me reencontrei aqui,

Nós dois em retorno, aqui nos amamos!



Eduardo Eugênio Batista (Setedados)

MIL AMORES (Indrisos)



Hoje mato minha sede de tudo,
Onde muda eu sofri, mas feliz;
Saber que nada é eterno de dia...,

...A que nos cerca a vida da noite!
Fiz a minha escolha e a agarrei,
Pura de nada..., limpa sem saber!

E o ato amar, pra mim não é o julgar,

Ver ou fazer; é permitir-se sem defeitos!



Eduardo Eugênio Batista (Setedados)

NOSSO JARDIM (Indrisos)



Repito-me em tirar as suas roupas,
Percorri olhares, teu corpo é macio;
Admirei e massageei os teus seios.

Sua pele em lambidas degustei,
Cheirei a doce flor do seu púbis,
E pela terceira vez nos entregamos.

Entrelaçamos os braços e agarrados...,

Dormimos num fantasioso jardim.



Eduardo Eugênio Batista (Setedados)

TEU PAIRAR (Indrisos)


Faça um bem querer da manhã tua,
Veja esse dia mais feliz por dentro,
Não finjas que a magia não existe...,

Deixe a incerteza ser a tua inimiga,
Prepare teu corpo..., mate a solidão,
Suba em teu cerro de bons desejos,

Suspire o ar infinito, e toda a razão...,

Salte e voe no abismo da liberdade!



Eduardo Eugênio Batista (Setedados)

Poesia Idolatrando Caveiras, editada no meu livro "Em todos os sentidos" na voz de Daniel Pissetti Machado | Por Eduardo Eugênio Batista [HD 5.1]


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

FEITIÇO DE LUAR


Se um amor escreve a minha paixão,
É ainda mais forte essa intensidade,
Tenho de ti, ó lua, desejos nas mãos,
Querendo nesse clarear, as verdades.

E se um amor está nascendo em mim,
Nas linhas, que perfumo, te olhando...,
Mande-me bandos dos teus serafins,
Pra essa certeza que vou buscando!

Aqui na noite maravilhosa em doçuras,
A minha vida eu lhe entregarei inteira,
Sou agora uma escrava da tua lonjura,
Mas, para esse amor, eu viro feiticeira!


Eduardo E. Batista (Setedados)

Sou autor do livro "Em todos os sentidos" Sonetos & Outras poesias,
que já está disponibilizado para venda, no site Clube de Autores.

Licença Creative Commonspoesia protegida por lei
http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt


domingo, 22 de setembro de 2013

E JÁ NÃO ERA SONHO





Já não esperava mais cavaleiros alados
Já não esperava por príncipes encantados
Muito menos, por príncipes
chegando em cavalos alados,
num bar...
Por um momento, imaginei,
ser efeito do álcool,
imaginação, romantismo,
Sentado ao meu lado,
Tirou-me para dançar,
O som da musica, o perfume, a presença,
De repente, a realidade foi clareando
Ganhando cores que até então não conhecia
Cheguei a pedir aos anjos que me acordassem,
Mas já não era sonho,
O príncipe fazia-me sorrir, e rir,
E passamos a viajar nas asas um do outro
guardamos o  coração de um, no peito do outro,
O olhar de um, dentro do olhar do outro,
sem sentir...
Meu príncipe, que me chamava “delicia”,
Pegou o tempo pela mão,
quando de perto de mim saiu,
e levou-o consigo....
Quando voltou, trouxe de volta,
um tempo já apressado, que não mais se basta,
Olhou meu cabelo, observou minhas unhas,
Notou meu anel, reparou no meu sapato,
Me confia seus ouvidos,
Me apresenta seu coração,
Me oferece o ombro, até quando forte me abraça,
Em troca, leva meu juízo, meu pensamento,
Minha atenção toda...
Meu olhar fixou-se no horizonte (a esperá-lo),
E eu com a razão bagunçada,
Com a emoção tumultuada,
Espero que o dia demore a raiar,
Vivo pedindo aos céus,
Para do sonho não acordar, se estiver a sonhar...
Um homem, um príncipe, um anjo,
Alguém capaz de deixar de fazer amor,
por puro amor... por muito me querer...
Só me faz crer, que anjos, príncipes e homens,
Existem de verdade,
E agraciada que fui,
só posso retribuir com amor...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho E JÁ NÃO ERA SONHO de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.