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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

VENTOS E TEMPESTADES


Quiseste-me mal, não o negaste
Nem o que te ia na alma confinada
À mesquinhez de um ser pequenino
Que não tinha alma e não tinha nada.


Julgavas-te de espertezas mil
Que eras astuta e mui refinada
Loas te teciam quem não te conhecia
Nem a essa pessoa enjeitada.


Nem um sentimento, quando só
Me enviaste para os confins das enxovias
Deitadas onde o chão era de menos.


Porém se te julgavas inteligente
No final fui eu quem lucrou no fim, dias e dias
Contigo contando trocos e ares rarefeitos.


Jorge Humberto
29/07/2013

2 comentários:

  1. Querido amigo Jorge,
    Encontramos pessoas, ao longo da vida, que não gostam da gente, e ou não nos querem bem. Afinal, não agradamos todo mundo o tempo todo... mas, há pessoas que nos fazem mal, só por estarem perto de nós... acho que assim como o amor, existe também o desamor... como os dias, de chuva e sol, mas também há dias de imensas tempestades... enfim, são coisas da vida... beijos de VC, e parabéns pelo poema...

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  2. Olá, querida Verinha,
    bom receber-te e ler teu comentário. De facto quem gosta de dar por dar, pouco ou nada ganha, porque todos olham para o seu umbigo. Mas isso já mão me transtorna, gente mesquinha, a mim não me convence.

    Beijinhos!

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