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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Amor Profano





 Paulinho Manacá

Beijei a noite
Como sempre beijei e beijarei.
Sou amoral diante da doutrina
Acanalhar?
Jamais!
Vivo na alegria do meu coração,
Procuro alegria pro meu coração.
E se este amor desconsagrado e profano
Vem me incomodar
Eu pulo,
Salto e grito
E no grito me espalho.
Saio ecoando
Correndo, ecoando.
Ecoando e acoado
À procura da vil liberdade
Que a doxomania desfaz!

Um comentário:

  1. Os amores profanos, nem sempre nos incomodam, as vezes nos divertem, as vezes nos agitam, as vezes nos acrescentam... as vezes nos fazem questionar a própria vida... Doxômano? ou só vontade de ser feliz? beijos de VC, Paulinho...

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