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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A FOME É UMA REALIDADE


Vejam! vejam aquela criança no chão,
Ela é fruto de toda a nossa ingratidão!
Passamos por ela e nada nos padece!
A meio ao papelão, jaz fria e arrefece.

Roupas esburacadas são o sortilégio,
De quem não teve na vida o privilégio
De ser criança em toda a sua plenitude!
E anda na vida com um só queixume:

Ser como todas as outras crianças ali,
Comer boa comida como lhe é devida
Resgatando assim, dos confins a vida

À muito perdida… e mesmo que o fim
Seja a tua pobreza, não faças alarido,
Também eu andei no mundo perdido…

Jorge Humberto
01/06/07

3 comentários:

  1. UM POEMA TOCANTE, PARA REFLETIR PROFUNDAMENTE, PARABÉNS POETA, BJS MIL.

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  2. As mazelas da vida humana. A pobreza, a necessidade, a perdição... são tantas assombrações, que muitos enfrentam todos os dias, sobrevivendo... renascendo a cada dia... beijos de VC, querido amigo JORGE...

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  3. Maia Iraci. Verinha Celms. muito obrigado que amenas pelas palavras tão bem encimadas Verinha , há um conhecer-me melhor à poesia minha diverges melhor por ela, já a Maria com o tempo também vais lidar teco a teco-, Melhor, e ve-te-ás livre para escrever livremente, ou os teus muito cometários que tanto me agradam. Sabes querida (todos saber, que vergonha) que não sei guardar datas de aniversário, e foi graças a este teu trecho, de carinho que fiquei a saber.. Desculpa-me o atraso, mas vim co a mesma intensidade do dia 1º, ACREDITA_ME E FELIZ ANIVERSÁRUIO QUERIDA VERINHA.


    BEIJINHOS PARA AMBAS
    Jorge Humberto

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