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sábado, 27 de julho de 2013

TUA LINDA MÃO


Se almejar paz e basta saúde, pra mim,
Não é pedir demais nem ser egoísta,
Então que venha de lá, palhaço ou trapezista,
Para que no fim, possa ser feliz, assim.


Nunca fui de pedir muito, sofri
Que nem um desalmado, sem casa ou abrigo;
E, eras tu, afinal, quem estava comigo,
Quando me julgava só, e só não estava…eu bem vi.


Não anseio senão caminhos, nunca vistos;
Ter plena força, para alevantar novos poemas;
E mi alma, não mais triste, nas vogais, dos fonemas,


Sempre resistir, aos desvarios, dos malquistos…
Já adormeceu, meu persistente coração,
Na procura momentânea, de tua linda mão.


Jorge Humberto
27/07/13

3 comentários:

  1. Belíssimo poema, parabéns poeta, saudações MIL.

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  2. Olá, Maria Iraci Leal,

    agradecido pelas tuas palavras a meu soneto.

    Desejos de tudo de bom para ti.

    Beijinhos!

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  3. Querido Jorge,
    Tudo o que queremos, e buscamos, pode ser tudo tão pouco... coisas tão simples, coisas tão essenciais... estar bem, viver bem, com saúde, no nosso caso (poetas) com o verbo firme na ponta da língua, positivo, e alegre... a mão da pessoa amada, a nos amparar e acarinhar... beijos de VC, meu querido amigo...

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