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domingo, 16 de junho de 2013

PRIMAVERA

A primavera floresce suas perfumadas flores
Flores que colorem o jardim de esperança
Quando a vida nos trás dificuldades
Nós cairmos na correnteza do mar turbulento

É difícil sobreviver a correnteza
Ela nos afoga e nos oprime
A esperança já não existe mais
E o coração do poeta chora silenciosamente

Nossa esperança é a nossa única força
Quando a perdemos nós morrermos
A nossa única força é a fé
Quando temos fé nós venceremos

Flores nem sempre são bonitas e perfumadas
Algumas são bonitas e delicadas por fora
E venenosas e cheias de espinhos por dentro
A flor da manipulação despertou num dia de inverno

Trazendo consigo a maldade oculta
Escondido em um semblante angelical
Esperando o momento certo para atirar
Os seus espinhos sob a sua presa

Então a solidão tomou conta do poeta
Que sentia-se tão deprimido
Por ser acusado daquela forma
Ser acusado de algo que não fez

Quando a esperança já não existia mais
Uma nova flor trouxe a luz
Para cuidar de seu coração acorrentado
Pelos os espinhos do passado

A nossa única força é a fé
Quando temos fé nós venceremos


Raquel Bruço

 
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Primavera de Raquel Bruço é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada

3 comentários:

  1. Muito bela, a tua primavera, Raquel!

    Gostei de ler.

    Beijinhos!
    Jorge Humberto

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  2. RAQUEL, QUE BELÍSSIMA POESIA, ADOREI TE LER, PARABÉNS, BJS MIL.

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  3. Flores, nem sempre são flores... as vezes são só expressões, sisudas, nervosas, venenosas, espinhosas... tocadas com carinho, devolvem dor... fé, sempre fé... belo poema, minha querida menina, Raquel... Bem-vinda,adorei te ter por aqui... venha sempre, venha sim... beijos de VC... PARABÉNS

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