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sexta-feira, 28 de junho de 2013

O QUARTO





 

No crepúsculo dormente
Dos nossos corpos
Nas mãos invisíveis
Com restos de algo


Nos olhos impossíveis
Fixos nas rectas
Que descem até nós


Se alguém houver que
Nos lábios
O seu breve sussurro
Escute


Terá da noite a voz
Nas pálpebras
A adormecer.


Jorge Humberto
(31/01/01)

2 comentários:

  1. muito bonito parabens você é grande

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  2. Obrigado, caro amigo/poeta, Manoel... deixa-me que te diga que sempre que aqui venho leio teus poema e de outros poeta, que gosto de ler... parabéns, para todos nós e Obrigado, pelo teu comentário.

    Abraço forte!

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