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domingo, 9 de junho de 2013

DOIRA O SOL E OS CORAÇÕES!



Peito no peito,
caem os amantes, nos
braços
um do outro.


Doira o sol
e leva com jeito,
exposto
abraço, dum e doutro.


Leve temperança,
que se ajusta à breve
brisa,
é como véu a esvoaçar,


Na dúctil subtileza,
que é já a lembrança,
de haver,
havido tempo, pr'amar.


E como o dito recato
é agora, consumação
(cabelos
ao vento - tal e qual),


Sobem ao extenso cume,
coração na mão,
para que este
seja, momento sem igual.


Jorge Humberto
(08/06/13)

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