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sábado, 22 de junho de 2013

DE VOLTA PRA CASA...


































DE VOLTA PRA CASA... 

Aos poucos 
 morrendo um pouco! 
O sangue já fraqueja nas veias 
e despedem-se os anseios.  
O dia que nasce é um impasse. 
Não sei o que será, sinto o meu ‘Mestre’ 
Desligo-me do ilusório 
e já não me há mais trajetória. 
Apenas o arrastar-se pelo vale
da minha sombra que fenece, 
perde carnes, perde invólucro, 
perde o fio da lógica! 
Não estou triste. 
É um sentir magnífico. 
Jogo fora as utopias, 
o que acreditava ser vida! 
Já nada mais me brota, 
vou me tornando só espírito.
Está quase na hora de seguir, 
vejo delineando-se uma luz 
que serenamente me conduz!  
Do dia que me resta 
junto as mãos numa prece 
e em Deus busco a glória, 
força que me empresta  
á despedir-me desta memória!
Deixo gratidão pelas benesses, 
ás flores que me perfumaram a vida. 
Por Deus, amigos e mentores. 
Todos aliviaram minhas dores,  
ensinaram-me o valor dos amores, 
da paz e da harmonia! 
Morrendo aos poucos 
despeço-me em louvor,  
ao senhor agradecida, 
por tudo que me ofertou. 
Amigos e mentores 
no meu caminho! 
De volta pra casa 
sem tristeza sem mágoa alguma, 
somente a eterna gratidão 
por tanto amor recebido, 
flores para o meu coração! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
22/06/2013 
Obra registrada





Um comentário:

  1. adorei lindo trabalho mesmo não sendo eu sábio o bastante , para comentar ou julgar uma mensagem como essa .só espero que essa VOLTA seja para da qui varias dezenas de anos bjss mil

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