Pesquisar este blog

domingo, 30 de junho de 2013

APRENDI A VOAR



Seu carinho,
Um balão, que me permite voar
Que me faz conhecer o mundo
Em mil voltas, sem sair do lugar
Em planares irreais
Confissões,
Colo, entranhas,
Olho no olho
Verdade fugaz
Mas, real
Hoje sei que aprendi a voar
Fecho os olhos
E o mundo me acena lá de baixo
Me alimenta o teu amor,
Me embriaga teus beijos
Me toma na sua perna
Vasculha meu corpo
Sacode minha alma
E volta, do inicio
Me vira do avesso
Peito, coxas, coração,
Me tira do centro,
Pelos olhos,
Pelo gemido,
Pelo gozo,
Rouba minha razão,
Me faz viajar
Em você...

Vera Celms

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O QUARTO





 

No crepúsculo dormente
Dos nossos corpos
Nas mãos invisíveis
Com restos de algo


Nos olhos impossíveis
Fixos nas rectas
Que descem até nós


Se alguém houver que
Nos lábios
O seu breve sussurro
Escute


Terá da noite a voz
Nas pálpebras
A adormecer.


Jorge Humberto
(31/01/01)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

REFLEXO DE UM ESPELHO

  
..................................................................
Vi por uma janela semi  aberta
A mais bela imagem  meus olhos via
A beleza de uma deusa na terra
Pensei que só no olimpo existia
..............................................
Em frente a um  grande espelho
Essa deusa de vagarinho se despia
Minha alma se regozijava
Com a visão de cada peça que caia
................................................
Com um bailado lascivo
Como uma estrela que sabia
Que pela janela aberta
Uma plateia lhe aplaudia
........................................
Essa plateia era só eu
Que se arregalava e sofria
Com a beleza de um corpo nu
Que a imagem no espelho refletia
.......................................
Depois deitada na cama
Continuou mais bela a fantasia
 Como uma aranha procurando algo
Seus dedos todo corpo percorria
....................................................
Meu coração batia desordenado
Minha alma só uma coisa queria
Cobrir de beijos o corpo sedoso
Me saciar naquela pele macia
................................................
Mais vento maldoso fechou  a janela
Com um barulho parece que dizia
Fechou as cortinas e essa janela
Para mim nunca mais se abriria
       
            M A N O E L





terça-feira, 25 de junho de 2013

FALSA ALEGRIA


................................................
Vejo a plateia lotada
Vejo a cortina se abrindo
Sinto meu peito chorando
E minha boca sorrindo
......................................
Ser palhaço é fazer rir
E o que o destino quer
Não tenho alegria de outrora
Por causa de uma mulher
.......................................
Essa mulher que eu falo
Era do circo a rainha
Com outro foi embora
E não pode ser minha
.................................
 Quando abrem as cortinas
Meu coração se fecha triste
Tenho que rir  e fazer rir
Com uma alegria que não existe
........................................
Quando termina o espetáculo
Agradeço a plateia sorrindo
Volto ao camarim chorando
Aos pouco me consumindo
.....................................
Não esqueço essa mulher
Ja nem sei o que faço
S alguem me ver chorando
 Não ria da dor desse palhaço
......................................

MANOEL









domingo, 23 de junho de 2013

NÃO SE ESQUECE

     
..............................................................
Quando a vejo linda radiante
Penso que foi que aconteceu
Que aconteceu em sua vida
Sera que você me esqueceu
...........................................
Sera que não lembra os encontros
A sombra da nossa arvore preferida
Da jura que ali trocamos
Jura por você foi esquecida
...........................................
Esqueceu o tremo de dois corpos
Era eu era você mais ninguem
Eu seu primeiro e unico  amor
E você minha unica tambem
..............................................
Não lembra nosso primeiro beijo
Meio cismado meio roubado
os pássaros pararam de cantar
Testemunharam o abraço apertado
.....................................................
Todos pensam que es feliz
Mais só para quem não te conhece
Eu sei que como eu você sofre
Porque primeiro amor não se esquece

MANOEL




sábado, 22 de junho de 2013

DE VOLTA PRA CASA...


































DE VOLTA PRA CASA... 

Aos poucos 
 morrendo um pouco! 
O sangue já fraqueja nas veias 
e despedem-se os anseios.  
O dia que nasce é um impasse. 
Não sei o que será, sinto o meu ‘Mestre’ 
Desligo-me do ilusório 
e já não me há mais trajetória. 
Apenas o arrastar-se pelo vale
da minha sombra que fenece, 
perde carnes, perde invólucro, 
perde o fio da lógica! 
Não estou triste. 
É um sentir magnífico. 
Jogo fora as utopias, 
o que acreditava ser vida! 
Já nada mais me brota, 
vou me tornando só espírito.
Está quase na hora de seguir, 
vejo delineando-se uma luz 
que serenamente me conduz!  
Do dia que me resta 
junto as mãos numa prece 
e em Deus busco a glória, 
força que me empresta  
á despedir-me desta memória!
Deixo gratidão pelas benesses, 
ás flores que me perfumaram a vida. 
Por Deus, amigos e mentores. 
Todos aliviaram minhas dores,  
ensinaram-me o valor dos amores, 
da paz e da harmonia! 
Morrendo aos poucos 
despeço-me em louvor,  
ao senhor agradecida, 
por tudo que me ofertou. 
Amigos e mentores 
no meu caminho! 
De volta pra casa 
sem tristeza sem mágoa alguma, 
somente a eterna gratidão 
por tanto amor recebido, 
flores para o meu coração! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
22/06/2013 
Obra registrada





SONHO LINDO

                 
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
Tive um sonho tão belo
Belo como as ondas do mar
Belo como o nascer  de uma flor
Belo como pássaros a cantar
....................................................
Mais como todo sonho passa
O meu muito sedo passou
Veio com a brisa da noite
O vento da manhã levou
...............................................
Para minha infelicidade
Se foi como a lua na madrugada
Como águas que rio leva
Só deixou lembrança mais nada
..................................................
Devia ser proibido sonhar
Com carinhos de um ser tão lindo
Meu sonho é com a felicidade
Me  deixa continuar dormindo
,
MANOEL



AMPARO


;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
Você pássaro orgulhoso
Que nas nuvens fez seu ninho
Quando a tempestade  vier
Pobre de ti passarinho
......................................
Devia ser mais modesto 
Entre os ramos construir
assim com ventos e chuvas
Teria um alegre porvir
.......................................
Mas como você passarinho
Há muitos homens tambem
Que se elevam nas alturas  
Sem pensar em nada e ninguem
...............................................
Nós que temos os pés na terra
Sem voar e sem subir
Somos escada para quem sobe
Amparo para quem  cair
..................................
Por isso somos felizes
Devemos agradecer
Não temos alegria da subida 
Nem  a tristeza do descer
.............................

MANOEL






quinta-feira, 20 de junho de 2013

MARINA




.................................
Marina se foi, partiu
Que se passou ninguem viu
Somente eu enlouquecido
Vi  o sol cair na terra
Vi o rio subir a serra
E o céu enegrecido
............................
A terra ardia flamejante
O inferno por um instante
Queria engolir o mundo
As estrela mudaram de posição
A chuva gritava furando o chão
Querendo penetrar a fundo
...............................................
Sol e lua se encontraram
As flores todas murcharam
Perderam perfume e cor
A aves não mais cantavam
Parece que adivinhavam
No meu peito tanta dor
......................................
A nau que levou Marina
 Se afastou na neblina
O mar se afastou do mangue
Eu na praia quase louco
Me consumindo pouco a pouco
Chorando lagrimas de sangue
...........................................,
Quem não sabe esse passado
Me vê, hoje embriagado
Lá  no bar da esquina
Não sabe o que ja sofri
E  quantas vezes protometi
Matar quem levou Marina

MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
MARINA de MANOEL CORREA é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.













quarta-feira, 19 de junho de 2013

IGUAL



Você que vive na cidade
Montado em sua vaidade
sem pensar em  ninguem
Faça ao menos um gesto nobre
D e uma ajuda para um pobre
Que é igual a você  tambem
.........................................
Eu disse que é igual
Se você entendeu mal
Melhor vou te espricar
Como você ele tem alegria
Traz na mochila sabedoria
É amado e sabe amar
....................................
Não é somente o pobre
Que as pouco você descobre
Que é um igual a você
Tambem o pobre biruta
O cego aleijado a prostituta
Em fim todos que você ve
.........................................
É por isso meu amigo
Pensa bem no que lhe digo
E na mensagem que isto encerra
Eu pobre , você milionario
Vamos para o mesmo ossario
Depois de apodrecer sobre a terra


MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
IGUAL de MANOEL CORREA é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.











ENTARDECER NO MAR!


Atardecer en el mar! 

Visión esplendorosa, 
de las más bellas 
que la naturaleza puede ofertar. 
El sol despidiéndose en el horizonte 
coloreando las aguas del mar. 
El azul verdoso haciéndose índigo, 
suscitándonos a los misterios del mundo abissal! 

Atardecer milagro de la cosmogonia, 
gracia de la creación que nos envía
magnífico paisaje para inspirarnos. 
Ofertando un momento de magia, 
belleza y quietud que hace meditar. 
Encanto de la naturaleza, 
regalo divino a los nuestros dias! 

Atardece el día 
y en el mar las aguas 
vestidas de índigo profundo, 
se preparan para dormir, 
cubiertas por el cielo de azul tingido! 

Silencio mágico 
que desciende sobre el mar, 
que aquieta y calma, 
parece decirnos buena noche! 

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
11/06/2013
Obra registrada 
Traducción libre 
(Maria Iraci Leal/MIL)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

HOMEM

              

Cabeça aberta
Sentido alerta
Ao desafio
Na  sobrevivencia
Não tem carencia
Para o estio
..........................
Homem é forte
E  se a morte
pedir a vida
Camiinha certo
De peito aberto
Cabeça erguida
.....FIM ...............


MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
HOMEM de MANOEL CORREA é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

VOLTARÁS

         

Vem devagar com carinho
Vem me abraçar com amor
Depois vai segue teu caminho
Por lembrança fica teu calor
...............................................
Mais se longe faltar te afeto
Pega o mesmo caminho pra voltar
Lembra que aqui tem um teto
E dento dele alguem a te esperar
............................................;.
Chegando não precisa nem bater
Empurra a porta vai entrando
E  na nossa cama você vai ver
Eu de braços aberto te esperando
..................................................
Passa um mes um ano te esperar
Sei que não estas sozinho
Mais sei que um dia vai voltar
E trara pra mim  seu carinho
..............................................
Depois iras novamente eu sei
Ficarei sozinha sem te esquecer
É meu destino sempre amarei
Esse andarilho que não deixara de ser
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,fim ....................
     

MANOEL CORREA







LEMBRANÇAS



No seu murmurar acolhedor
Parece entender minnha dor
Vejo o mar tão deslumbrante
Suas ondas indo e vindo
Ao longe um barco sumindo
Lembro de alguem que  distante
.............................................
Esse alguem que lembro sou eu
Que no tempo do apogeu
Era a rainha e dona da festa
Mas acabou a realeza
Tempo levou minha beleza
Vejam agora o que resta
..................................
Meu vestido maltrapilho
Meus olhos opacos sem brilho
E o que resta no momento
Só tenho o mar como amigo
Suas areias é meu abrigo
Suas aguas meu alento
......................................
O mar me traz a lembrança
Dos amores de criança
Que o tempo fez esquecer
Só me resta pedir a Deus
Que perdoe os erros meus
E no mar me deixe morrer
 ................. FIM...........

MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
LEMBRANÇAS de Manoel Correa é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.


A CRIATURA




Podeis pensar, abusivamente, que vos falto à palavra,
Quando em meus devaneios, ao Homem dou assunção.
Não há pessoa, neste mundo, que não seja escrava,
Voluntariosa e compulsiva, forjando aqui, sua condição.



Direis, que é próprio do Homem, qual vicio que lavra,
Ir no arrepio da vida, na transe diária - basta servidão, 
Que rouba às pessoas, seu discernimento, e crava
Suas garras, infames, na carne inerme, caída no chão.



Todo o Homem é egoísta – vinde, pois, declarai-vos –,
Que não há nada que faça, se não for seu beneficio;
E assim, arrogantes, andamos, sem quaisquer laivos:



Criaturas perdidas, num deserto sem fim; verdadeiras
Se tornariam, se não fizessem mau uso, do resquício,
Que, pouco a pouco, gesto a gesto, as diz inteiras.



Jorge Humberto
10/12/07

DO QUE EU GOSTO


Gosto de ver o sol nascer
Gosto de ver o rio correr
Gosto das ondas do mar
Gosto das flores seu perfume
Gosto do piscar do vaga lume
Gosto da luz do luar
....................................
Gosto de toda natureza
Gosto de criança sua pureza
Gosto de pássaros a cantar
Gosto de ver a terra no estio
Gosto de molhar os pés no rio
Gosto na cachoeira me banhar
................................................
Gosto de ficar nas esquinas
Gosto de ver passar as meninas
Gosto do seu bambolear
Gosto de sentir seu cheiro
Gosto de seu andar ligeiro
Gosto do seu olhar
................................
Gosto de sentir desejo
Gosto do gosto do beijo
Gosto de corpo molhado
Gosto da mulher a sedução
Gosto de sentir seu coração
Gosto de amar e ser amado
..................fim....................

MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
DO QUE EU GOSTO de MANOEL CORREA é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.



domingo, 16 de junho de 2013

PRIMAVERA

A primavera floresce suas perfumadas flores
Flores que colorem o jardim de esperança
Quando a vida nos trás dificuldades
Nós cairmos na correnteza do mar turbulento

É difícil sobreviver a correnteza
Ela nos afoga e nos oprime
A esperança já não existe mais
E o coração do poeta chora silenciosamente

Nossa esperança é a nossa única força
Quando a perdemos nós morrermos
A nossa única força é a fé
Quando temos fé nós venceremos

Flores nem sempre são bonitas e perfumadas
Algumas são bonitas e delicadas por fora
E venenosas e cheias de espinhos por dentro
A flor da manipulação despertou num dia de inverno

Trazendo consigo a maldade oculta
Escondido em um semblante angelical
Esperando o momento certo para atirar
Os seus espinhos sob a sua presa

Então a solidão tomou conta do poeta
Que sentia-se tão deprimido
Por ser acusado daquela forma
Ser acusado de algo que não fez

Quando a esperança já não existia mais
Uma nova flor trouxe a luz
Para cuidar de seu coração acorrentado
Pelos os espinhos do passado

A nossa única força é a fé
Quando temos fé nós venceremos


Raquel Bruço

 
Licença Creative Commons
Primavera de Raquel Bruço é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada

FOLHA MORTA






Como um gato sem dono
Perdido no abandono
Assim você me encontrou
Me deu tanto carinho
Só depois me amou
......................
Nosso amor era lindo
Parecia ser infindo
Como a lua e o sol
Mas, o amor que eu tinha
Fugiu como andorinha
Que foge do arrebol
..................................
De novo um gato sem dono
Pelos caminhos chorando
Não importa qual estrada
Não quero mais carinho
Prefiro viver sozinho
Para alma não ser machucada
.....................................................
Hoje passando de braço em braço
Não sei quem sou ou o que faço
E também não importa
Sou poeira da estrada
Sou do rio, água passada
Da arvore, folha morta

MANOEL CORREA

PUREZA

                      


Não sei se foi errado
Mais se foi um pecado
Não foi por que eu quis
Apenas apurei o sentido
Quando vento ergueu o vestido
Mostrando as pernas de Tais
........................................
Tais, moça rica recatada
Ficou toda corada
Por mostrar  sua canela
Eu lembrei de sua riqueza
E para mostrar minha pureza
Me propus casar com ela
 ,,,,,,,,,,,,,,, fim....................

MANOEL CORREA





DEIXE




Se tirar você de meus braços
É como tirar da gaivota o  voar
É tirar o sonho do poeta
É tirar as velas do mar
.......................................
Mar sem velas é morto
Poeta não vive sem sonhar
Gaivota morre se não voa
Eu morro se não te abraçar
.......................................
Deixem no mar as velas
Deixem o poeta sonhar
Deixem voar a gaivota
Deixa quem  te adora te amar

MANOEL CORREA
Licença Creative Commons
DEIXE de Manoel Correa é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.




SER DIFERENTE CONTINUA SENDO IGUAL





Me olhava com um estranho sorriso
Apoiado no canto da boca
No olhar, um ar oculto de satisfação,
Ou sarcasmo, ou ironia,
Ou constrangimento ...
Na penumbra do quarto
Procurava esconder o rosto
Ora do lado mais escuro,
Ora contra a luz do abajur
Tentei acariciar seu rosto
Mas esquivava-se bruscamente
Esperei que ele se deitasse
Fingindo-me dormente
Esperei até que ressonasse
Então, com a luz do celular
Pude ver as marcas e o inchaço
Indisfarçável a marca de um tapa,
O inchaço de um soco masculino
No rosto de um homem
Negue, mas esconder não há como
O lábio inchado ainda sangrava 
O olho semi aberto lacrimejava,
Enquanto o corpo dorido e cansado,
entregava-se ao sono pesado,
entrecortado por espasmos...
Tudo isso, só por ser diferente!!!

Vera Celms
Licença Creative Commons
SER DIFERENTE CONTINUA SENDO IGUAL de Vera Celms é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.