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domingo, 24 de fevereiro de 2013

VINCO DE TERNURA

VINCO DE TERNURA by amigos do poeta
VINCO DE TERNURA, a photo by amigos do poeta on Flickr.
VINCO DE TERNURA
Poetas que
estão aqui
de passagem
Palavras são vinco
que a ternura
deixa na carne, no peito
naquela ultima estrofe
em teu olhar
Poesias que lhe escrevi
me desnudei te descrevi
depois de ter você
me diga poetas…..
para que!!!!!!
ANDRE RUIZ

LIVRE PÁSSARO


sábado, 23 de fevereiro de 2013

DIAMANTE

DIAMANTE by amigos do poeta
DIAMANTE, a photo by amigos do poeta on Flickr.

A CAMINHO DO NADA

A CAMINHO DO NADA by amigos do poeta
A CAMINHO DO NADA, a photo by amigos do poeta on Flickr.

EU JA TE SABIA

EU JA TE SABIA by amigos do poeta
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TEMPESTADE

TEMPESTADE by amigos do poeta
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UNO

UNO by amigos do poeta
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ROSEADO INTIMO

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OUTRA HISTORIA

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PEROLA

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TEUS PASSOS

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TEUS PASSOS, a photo by amigos do poeta on Flickr.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

NOVO CONCLAVE



O formato da minha fé
Pode não ser o mesmo
Pode não ter o mesmo tamanho
Um rio que não corre no mesmo leito
Sem deixar de ser rio
Qual o aval?
Como pode um homem,
Um grupo de homens
Julgar-se capaz de representar
A fé de todos os homens
E impor formatos, leis, regras,
Dizer como amar,
Dizer a quem desamar,
Ditar o certo e repudiar o errado
Quem acerta e quem erra,
E aos olhos de quem
Não há edificação capaz de representar
O que Aquele Homem,
disse na Montanha, com o sol sobre sua cabeça
A Palavra se espalhou
Tanto, que alguns homens acharam  por bem,
de forma vã,
Aprisionar entre paredes
Escrever em papel  o que Ele escreveu em pedra
E a cada novo papel uma nova leitura
E a cada nova leitura uma nova interpretação,
E a cada nova interpretação, novas palavras
Foram mudando virgulas de lugar
Palavras de época,
Inventaram um tal de pecado
E o que se conhece
É o que se tem
Uma nova versão,
Uma nova palavra, só dos homens
Como pode um homem, um grupo,
Dizer tanta coisa?
Tomar pra si a Santa palavra?
Renunciar por discordância ou tolerância?
Se fosse a Santa vontade, expressa por tantas vãs palavras,
Não haveriam tantas guerras santas...
Vem aí, um novo conclave...
Que Deus continue olhando por todos nós,
Amem...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho NOVO CONCLAVE de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

NO DOCE DA LÍNGUA





Falta-me o doce na língua
Falta-me o ar
Falta-me você
Olho para os lados
Espero o toque excitado do teu corpo
Ansiosa tremo
Sentindo o arrepio a subir e descer
Escalando meus poros interessados
Dilatados,
Transpiro teu hálito
Quero teu corpo
Quero tua mão
Quero teu interesse todo
a vasculhar o meu
Sexo incendiado...
Inquietude voraz
Preciso sonhar
Preciso sentir minha pele
na tua pele colar
Preciso te atiçar
E me render
E me entregar
Preciso de você

Vera Celms

O trabalho NO DOCE DA LÍNGUA de Vera Celms
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domingo, 10 de fevereiro de 2013

CARNAVAL





O ano todo entre retalhos e festins
Aprendendo o enredo,
Ensaiando o passo,
Vestindo o personagem,
Treinando a coreografia,
Ingredientes de um sonho
Preparado por todo um ano
E realizado em 60 minutos
Passando na avenida,
Bateria, comissão e passistas,
Mestre sala, porta bandeira, sambistas...
De um amor são as pistas,
De uma paixão,
Nas cores da escola,
Nas cores do coração,
Que se fantasia de dourado,
De paetês e lantejoulas...
O samba no pé,
O enredo na voz,
E a escola no coração,
Pulsando, batendo, levando...
Levantando a arquibancada,
Saudando a comissão,
Levantando aos pulos o coração,
Conquistando ponto a ponto,
A vitoria de um sonho todo,
O trabalho do ano todo,
Artistas são todos, são tantos,
E tudo vai tomando corpo,
Perfeição,
Uma realidade simulada,
Uma festa toda dourada,
Luzes, bateria, vitoria cantada...
E o sonho vira verdade,
Que vira festa...
E por mais um ano começa,

Vera Celms

goles de ar

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DIVINO INTELECTO

DIVINO  INTELECTO by amigos do poeta
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

FORÇA TANTA

FORÇA TANTA by amigos do poeta
FORÇA TANTA, a photo by amigos do poeta on Flickr.
FORÇA TANTA
Abri a boca
soltei desejos
que me povoavam
a garganta
Ultrapassei
a sensatez
poros pele tez.
Pétalas de outra flor
em minhas mãos
E essa força tanta
que há em mim
ANDRÉ RUIZ

A RAZÃO DO CORAÇÃO! POEMAS MIL.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

AROMAS

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AROMAS, a photo by amigos do poeta on Flickr.

A PRIMEIRA VEZ

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INTIMAS TEMPESTADE

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umidecidas

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momento

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FOLHA

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FOLHA, a photo by amigos do poeta on Flickr.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

CLAUSTRO



Vidraça fechada impede o vento
Também impede o ar
Mirante perfeito seguro
De onde olho a vida
acontecer lá fora,
Distante, veloz, intensa,
Voos pássaros
Densos lânguidos crepúsculos
Ofegantes amanheceres
Espio o mundo pela ponta dos pés
Segura somente pelas linhas
ancoradas dentro das gavetas
Hermético chaveadas
Esquecer inquestionável inegociável
O cheiro dos demônios
desconhece lacres
Aprendi a gostar das tempestades
Afinal, me entreguei aos fatos
pra poder contar a história
Perdida e abraçada a todas as sensações
Pude sentir vazar a força
Minando todo o chão
Contaminando o ar
Derreando acessos
Senti o tremor dos covardes
E o músculo tencionado dos valentes
O ingênuo olhar dos incautos
E a demência entre dentes dos vis
Tudo tão delineadamente sutil
Delimitadamente hostil
Cerradas portas e janelas
Protegida,
voltei a observar o mundo...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho CLAUSTRO de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.