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domingo, 9 de dezembro de 2012

CHORAM AS CURVAS (a Oscar Niemeyer)




 






De repente amanheceu
Um dia como todos os outros
Tão incomum como outros tantos
E pelo mundo a fora,
Todas as curvas choravam
Sinuosamente
Fossem indo ou vindo
Buscando ou voltando
Todas as curvas amanheceram úmidas
Ou molhadas,
Não de chuva,
De lágrima,
Tão curva na essência
Tão confusa na forma
E todos se curvaram em prantos
Voltava pra Casa,
Aquele que conseguiu capturar,
Edificar todas as curvas
Ninguém me convencerá
Niemeyer não morreu,
Rodopiou pra Casa...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho CHORAM AS CURVAS de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

2 comentários:

  1. Belo poema, em homenagem ao grande arquiteto e poeta... Inesquecível Oscar Niemeyer

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  2. QUE BELÍSSIMA HOMENAGEM AO NOSSO NOTÁVEL OSCAR NIEMEYER, PARABÉNS MANINHA VERA, BJS MIL.

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