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domingo, 18 de novembro de 2012

EMBRIAGUEZ





Dos meus olhos vazam azuis intensos
As imagens se confundem, embaçadas,
Mal posso focalizar seu vulto,
Minhas forças alteradas,
Minhas pernas travadas, embaralhadas,
Outros olhares, tão alheios,
condenam minha atitudes
parece me confundirem com algum ser estranho
Palavras desconexas,
desordenam meus pensamentos,
e, cada um pra um lado procuram você
Desvarios guiados
Tontos como querubins
que empunham flechas pela primeira vez...
E eu aflita,
Desfalecendo
Meu corpo cai inerte,
Bêbado...
E pelo toque de sua mão me refaço
Inteira?
Não sei...
A última pagina do mistério, deixei de ler...
Pelo menos já reconheço você...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho EMBRIAGUEZ de
Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

2 comentários:

  1. Cara amiga e poetisa Vera. Belo e excelente escrito... Quem sabe, faz assim, de maneira que nos prende na leitura, do começo ao fim... Perfeito poetar... Parabéns e abraços...

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  2. Obrigado caríssimo Águia. Muito bom saber que a leitura prende a atenção assim... é uma lisonja. Beijos de VC e obrigado pela atenção e comentário. Beijos de VC

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