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terça-feira, 5 de junho de 2012

POETA MORRENDO



MOR

Meus pobres versos
Já estão morrendo.
Imploro os reversos
Vai esmaecendo.

De tão belo vigor
Foi perdendo o sentido.
Qual seria fator
Ter ele já desfalecido.

A força perdeu
 Daquela memória.
De tudo esqueceu
Nem esperou a glória.

Triste abandonado
Nem sabia mais pensar.
E tudo ficou isolado
Do mais belo meditar.

São José/SC, 4 de junho de 2.012.

2 comentários:

  1. Um belíssimo poema á morte da inspiração...
    Obrigado por nos brindar, bjs MIL.

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  2. Mario querido, triste e realista o teu poema. Todos nós estamos sujeitos a isso num momento ou outro. É um fantasma a nos assolar... beijos de VC

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