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sábado, 9 de junho de 2012

O BELO PINHEIRO



MOR

Depois de tudo devastado
Na pressa de salvar a mata.
Legisladores apressados
Já parece velha regata.

Nem sempre tem vencedor
Numa luta de tantos anos.
Alguém será perdedor
Muitos deles são decanos.

O Sul e seus pinheirais
A fauna da gralha azul.
A voar com seus ais
Nos campos de céu azul.

Depois dos rios poluídos
A quem responsabilizar.
Para deixa-los despoluídos
Lá no momento de multar.

São José/SC, 6 de junho de 2.012.

2 comentários:

  1. Pois é querido Mario, depois de destruida a natureza, não importa apurar culpados, mas encontrar saídas para reconstruir, para recuperar... o conhecido jogo do empurra, a transferência de responsabilidades, o "não fui eu"... beijos de VC

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  2. Poema magnífico! Oxalá possamos reconstituir o cenário natural de nosso planeta, parabéns poeta, bjs MIL.

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