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sábado, 30 de junho de 2012

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MOR

Está terra um dia ardia
Era um sol a iluminar.
Sem pensar m noite fria
O gelo veio humilhar.

Formou uma grande geleira
Perdida no espaço sideral.
Da brancura uma clareira
Logo um mundo espacial.

Perdida naquele espaço
No equilíbrio do universo.
Nem tinha em seu regaço
Era um jogo em reverso.

Tudo era bem diverso
Diante de todo gelo.
Um tempo bem disperso
Modelando tudo com zelo.

O seu centro estava fervendo
Em torno do equador.
A água foi se movendo
Um momento salvador.

Um globo foi se formando
Com tanta irregularidade.
Logo os polos se achatando
Era um globo na realidade.

Logo se aproxima
 De um planeta ardendo.
Qual seria sua sina
Logo ir derretendo.

As distâncias equilibrando
Logo o gelo a derreter.
Vertentes de água se formando
Nada o ia perverter.

Dando forma a novo planeta
Naquele universo azul.
Um dia cumpriria sua meta
Com outro pontinho ao sul.

São José/SC, 28 de junho de 2.012.

2 comentários:

  1. Lindo teu versejar sobre nosso amado Planeta Azul... tão ameaçado, que ofega, mas respira... vamos lutar por ele...
    Adorei Mario... beijos de VC

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  2. MAGNÍFICO POEMA, MEUS CUMPRIMENTOS, BJS MIL.

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