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sábado, 30 de junho de 2012

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MOR

Está terra um dia ardia
Era um sol a iluminar.
Sem pensar m noite fria
O gelo veio humilhar.

Formou uma grande geleira
Perdida no espaço sideral.
Da brancura uma clareira
Logo um mundo espacial.

Perdida naquele espaço
No equilíbrio do universo.
Nem tinha em seu regaço
Era um jogo em reverso.

Tudo era bem diverso
Diante de todo gelo.
Um tempo bem disperso
Modelando tudo com zelo.

O seu centro estava fervendo
Em torno do equador.
A água foi se movendo
Um momento salvador.

Um globo foi se formando
Com tanta irregularidade.
Logo os polos se achatando
Era um globo na realidade.

Logo se aproxima
 De um planeta ardendo.
Qual seria sua sina
Logo ir derretendo.

As distâncias equilibrando
Logo o gelo a derreter.
Vertentes de água se formando
Nada o ia perverter.

Dando forma a novo planeta
Naquele universo azul.
Um dia cumpriria sua meta
Com outro pontinho ao sul.

São José/SC, 28 de junho de 2.012.

S/Brasil 10/06/2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

SO NOS RESTA


SÓ NOS RESTAE meu corpo quebra o silencio e clama pelo  teu almas em fusão não temos  mais pra onde fugir só nos resta a entregaANDRE RUIZ

quinta-feira, 28 de junho de 2012

FORÇA TANTA

FORÇA TANTA
Te quero
no mais que tudo
nos meus poros
em minha pele
teus arrepios
Na rima
de um poema
de cheiro
amor e sabor
Rendido aos teus
caprichos entregue
carnes desnudas
Te quero nesse
 mais que tudo
de nos dois
A essa nossa
força tanta
ANDRE RUIZ






quarta-feira, 27 de junho de 2012

EU DORMIA



EU DORMIA
Balbuciar dentro
de um sonho,
segredos!!!!
não apenas fato
falo de ti. 
Em meu coração 
uma pérola
vem que meu abraço 
tem a forma
 do teu corpo
mesmo enquanto 
durmo 
digo que te amo
ANDRE RUIZ

domingo, 24 de junho de 2012

EM TROCA DE BEIJO




Um beijo, só um beijo
E as nuvens somem
Abre o sol... radiante
Que arde,
Sol e beijo
Eu, ardente te busco
Em mãos e pernas
Muito mais bocas
Muito mais beijos
Línguas e mãos e bocas
Tudo, em mim, que tocas
Vira beijo
Ardentes beijos, que ardem
Que levam e remetem
Que ardem e me vem
Desejos, fantasias, loucuras
De amor, lampejo, beijo
E entrego-me solta, aberta
Toda  sua... em troca de beijo...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho EM TROCA DE BEIJO de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

sábado, 23 de junho de 2012

POEMINHA CAIPIRA (amanhã é SÃO JOÃO!!!)



Quando ocê se aparta deu,
Sinto o coração apertá,
As mão desassossegá
Fico num faniquito só
Sozinho sem te encontrá
Queria que tivesse aqui
Pertico pertico,
pra mór de eu pode te agarrá
Passa o dia intero e ocê num vem
Passa a noite intera e ocê num sai
da minha cabeça
Hoje é uma daquelas noite
que vou drumi cedo pra mor de sonhá
Porque sei que lá, ocê num vai me escapá
Vou te abraçá, vou te beijá,
Vou te olhá o tempo todinho
Só pra podê te decorá...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho POEMINHA CAIPIRA de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

terça-feira, 19 de junho de 2012


RIO MENOS VINTE

MOR

Desde nossa Independência
Somos eternos pagadores.
Sempre viver na dependência
Pelos países sugadores.

Com a educação dependente
Sem investir na formação.
Magistério sempre deprimente
E com pouca motivação.

Educam-se os sonegadores
Melhor ainda os corruptos.
São os grandes segregadores
Como são grandes astutos.

Sociedade sofre calada
Vendo todo o desmando.
Com a subida da escalada
Sem a justiça dar comando.



São José/SC, 18 de junho de 2.012.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

COMUNICADO

Amigos queridos, seguidores e visitantes,

Por força de uma cirurgia oftalmologica (catarata). Estarei ausente por tempo ainda indeterminado.
É uma intervenção hoje, bastante simples. Porém, como não é todo dia que alguem corta seu olho, estou ansiosa. A cirurgia será hoje, 15 de junho as 12 horas.
Voltarei o mais rapido que puder. Obrigado a todos pela compreensão... Vibrem por mim... beijos a todos, meu carinho, meu amor...

Vera Celms

domingo, 10 de junho de 2012

SILENTE MANHÃ



Conspira, com a fina garoa
Com o vento que chicoteia a pele
Puxo o casaco de novo
Mais alguns passos
Tudo parece igual
Como se no tempo tivesse voltado
E a tudo reencontrado
Diante do meu passado,
Lembrei ter sido a criança daquela casa
Lembrei ter subido naquela arvore
Lembrei ter percorrido
aquela  estrada de terra
Descalço e despreocupado
Estilingue no bolso
Derrubava frutas,
e no pé do pé, sentado comia
Silente manhã conspira
A que os sons antigos compareçam
Direto da memória para a saudade
Fecho os olhos e o mundo gira
Como túnel do tempo
Como queda barranco abaixo
Daqueles tempos lá de longe
Sinto gosto de fruta,
A pele molhada do rio e da garoa
Os pés acostumados aos caminhos
Perfumes de flores
do jardim de minha mãe,
Violetas rasteiras,
Pencas de flores-de-maio
Palmas estiradas em varas
Roseiras carregadas
Andando ligeiro fui crescendo
E foi da janela daquela casa
que olhava todo dia a Rosinha
Moça bonita de longas madeixas
Que deixava no ar, quando passava
O perfume dos cabelos em minhas queixas
Foi na plataforma daquela estação
Que conheci a Francisca
Mulher bonita, que flechou meu coração
Fui embora daqui, com o coração magoado
Quando soube que ela havia casado
Enquanto estive a sonhar
Hoje volto, e vejo que na minha rua
De um lado mora Rosinha
Do outro mora Francisca
E daqui desse lugar,
Só sinto saudade de mim...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho SILENTE MANHÃ de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

sábado, 9 de junho de 2012

O BELO PINHEIRO



MOR

Depois de tudo devastado
Na pressa de salvar a mata.
Legisladores apressados
Já parece velha regata.

Nem sempre tem vencedor
Numa luta de tantos anos.
Alguém será perdedor
Muitos deles são decanos.

O Sul e seus pinheirais
A fauna da gralha azul.
A voar com seus ais
Nos campos de céu azul.

Depois dos rios poluídos
A quem responsabilizar.
Para deixa-los despoluídos
Lá no momento de multar.

São José/SC, 6 de junho de 2.012.

terça-feira, 5 de junho de 2012

POETA MORRENDO



MOR

Meus pobres versos
Já estão morrendo.
Imploro os reversos
Vai esmaecendo.

De tão belo vigor
Foi perdendo o sentido.
Qual seria fator
Ter ele já desfalecido.

A força perdeu
 Daquela memória.
De tudo esqueceu
Nem esperou a glória.

Triste abandonado
Nem sabia mais pensar.
E tudo ficou isolado
Do mais belo meditar.

São José/SC, 4 de junho de 2.012.

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE




MOR

Tudo fica diferente
Abrace com muito amor.
Seja mesmo insistente
Transfira todo o calor.

Absorve o gás carbono
Protegendo o oxigênio.
Nem deixe em abandono
Seja sempre um bom gênio.

Mostre todo o humanismo
A esta sociedade nefasta.
Nem pense em qualquer cinismo
Que todo o mal logo afasta.

Cuide bem da natureza
Toda a vida vem dela.
Trabalhe em sua defesa
Afaste todas as mazelas.

São José/SC, 5 de junho de 2.012.