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sexta-feira, 11 de maio de 2012

MULHER DE ANTIGAMENTE



MOR

Mulher de antigamente
Seu longo vestido discreto.
Sentia se decentemente
No lado pequeno partido.

Num só relance mostrava
Sua mais bela perna.
Tudo logo indicava
Que curiosidade eterna.

Hoje nada mais esconde
Nem mesmo assusta.
Aquele velho conde
Da curiosidade astuta.

Quem brinca de esconder
É a bonita roupa.
Nem quer aparecer
Quem mesmo poupa.

São José/SC, 11 de maio de 2.012.

2 comentários:

  1. A discrição Mario, o mostra-esconde tão fascinante, que faz tempo se perdeu... a elegância, o mistério, a sedução... beijos de VC

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  2. Realmente, as mulheres perderam a elegância, o mistério e tudo o mais... Que pena e salve-se quem puder, amei o poema, parabéns, bjs MIL.

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