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sábado, 26 de maio de 2012

VIRGINAL



Conquistado,
Diante de mim parado
Como que diante de sua própria criação
Erguida com sua própria mão
Pura, mansa, densa
Obra prima tão esperada
Beleza imaculada
Quis-me corpo
No fervor do seu mundano desejo
E diante de seus olhos
encontrou-me anjo
Intocada...
Conquistado,
Diante de mim parado
Indignado,
Eu nua, apaixonada, conquistada
Esperando um toque
Clamando  por amor,
Pela dignidade,
afinal separados...

Vera Celms

OH MEU SENHOR... POEMA MIL.


OH MEU SENHOR... 


Espero em ti na fé, oh meu Senhor  
Um milagre de vida que transmute 
E arranque do peito a dolorosa dor 
Que maltrata, esmaga e me tortura 


Na tua bondade e amor ás criaturas 
Espero em ti, pois somente tu podes 
Erguer a mão e dar-me misericórdia 
Alívio para este sofrimento que arde 


Uma chama que inflama me queima 
Condena-me á fogueira do sacrifício 
Reduz-me á cinzas, o sofrer intenso 


Oh meu Senhor, só em ti reconheço 
O poder da libertação e dos milagres 
Em teus braços me entrego e espero 


Tua magnitude para este pobre ente 
Que já não suporta mais sofrimentos 
Oh Senhor, a ti entrego em ti espero! 


Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
26/05/2012
Obra Licenciada

QUIERO AMARTE... POEMA MIL.


QUIERO AMAR-TE…  


Quiero amarte 
Con el poder de los mares 
Como las ondas de agua 
Lleno de energía y emoción 
Y agita el vasto océano 
Quiero amarte 
Al igual que un río caudaloso 
Lleno de ternura 
Y que corre hacia el mar 
Para hacer el milagro de la vida 
El milagro de la unión 
Quiero Amarte 
Como el agua, como ríos y el océano 
Morir en la playa de tus besos 
Sentir los latidos de su corazón 
Cuando me abrazas y me hace 
Morir de felicidad en tu abrazo 
Y ser feliz contigo, ser tú y yo 
Un solo cuerpo y alma 
Como si fuéramos uno 
Un solo cuerpo 
Un solo alma! 


Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
25/05/2012 
Creative Commons License

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ATOS E SENTIMENTOS



ATOS E SENTIMENTOS
Nem sempre tudo é
como a gente quer!
momento de eu me ver
tal como eu sou.
Tocar um corpo
possui-lo,
nem sempre
e tocar na alma.
Tu querias atos
e eu sentimentos.
Impossível mesmo
e definir
esse sentimento
 de amor.
Nem sempre tudo é
como a gente quer!
ANDRE RUIZ

terça-feira, 22 de maio de 2012

domingo, 20 de maio de 2012

Passaporte/ Poema MIL.


PASSAPORTE... 


Cabeças rolam lomba abaixo 
Na calçada da fama, das ilusões 
A caveira que está entre as plantas 
É o retrato da alma sem respaldo 
Acendeu uma vela para cada santo 
Morreu buscando algo 
Que diga ou instigue 
Sua confiança 
Sua fé em Deus perdida  
Espírito confinado ao leito 
Das falácias supraindividualistas 
Alienadas que negam o outro 
Que não servem para nada 
O passaporte para loucura 
O desacato á omnisciência 
Nem todos os santos juntos  
Podem fazer milagre! 


Maria Iraci Leal/MIL 
20/05/2012 
POA/RS/Brasil
Creative Commons License

'A Carminha da novela' Poema MIL..


“A Carminha” da novela... 


Sinistra é esta mão que pseudoacolhe 
Doa de si... E demonstra certa glória 
Para em seguida apontar dedo em riste 
Cobrar de todos tudo e até o último centavo... 


Sinistra alma que em si mesmo se perde 
Tenta ser algo que em si mesmo não existe 
É capaz de destruir e ferir sem memória 
E na sua insanidade persiste e insiste 
Em dar ao outro a sentença de culpado... 


Sinistra é esta mão que balança o berço 
Desconta, aponta e discrimina sem piedade 
Enquanto com a outra carrega o terço... 


Triste alma, sinistra e sem conformidade 
Tudo o que existe lhe deve propriedade 
É a supra mãe da falsidade, é a maldade 
Ri e mata sem piedade, chora no enterro 
A “Carminha” da novela e de tantas eras 
Nada sabe e saberá de amor verdadeiro! 


Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
18/05/2012 
Creative Commons License

sábado, 19 de maio de 2012

FESTIVAL DA DANÇA




YNSO – Poeta - Itinerante

Na arte do movimento
Nos palcos as danças destacam.
Capacidade e conhecimento
Sapatilhas que balanças atacam.

Neste mais belo festival
Na trigésima edição.
Abertura sem igual
Joinville tem vocação.

Lá estará Ana Botafogo
Cecília Kerche.
E o jovem Dênis Vieira
Toda a plateia aplaudindo.

Palco da festa é Joinville
Com todos os seus olores.
Com o mais belo desfile
Sendo a capital das flores.

Joinville/SC, 18 de maio de 2.012.


AVAÍ NA TERRA DO ET



YNSO – Poeta Itinerante

Este ET de Varginha
Vai mandar na partida.
Chega com sua marchinha
Nesta sua nova corrida.

Uns iniciam de campeonato
Como grande aventura.
Nem pensam e pagar o pato
Que não seja desventura.

Esta terra muito falada
Desde que lá o ET surgiu.
Agora numa bela jogada
Varginha bem ressurgiu

Este azul derrotar
Com a força do ET.
Tudo que sabe jogar
Mineiro vai logo vê.

Varginha/MG, 19 de maio de 2.012.


MAIO MÊS DAS NOIVAS



MOR

A fé o amor à verdade
Numa verdadeira união.
Começa uma fraternidade
Uma família em comunhão.

A base da sociedade
Neste mundo e difusão.
Com toda a respeitabilidade
Numa ampla perfeição.

Mês de maio dos casamentos
 A esperança das noivas.
Na espera dos belos momentos
Pronta com todas as coisas.

Continuação da humanidade
Para um futuro brilhante.
Família com seriedade
Amor a todo instante.

São José/SC, 19 de maio de 2.012.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

UMA SÓ VEZ



 Lembro-me de alguém
Uma sombra densa e pesarosa,
Um vulto, um fantasma
Que rondava meu caminho
Que freqüentou desavisado minha vida
Chegou, pediu-me uma informação
E sem aviso ficou
Instalou-se, tomou todos os espaços
Cobriu todos os cantos
Armou um circo completo
Vestido de palhaço fez-me rir
Malabarizou minhas emoções
Rodou minha vida toda
E lançou facas incendiadas
Olhos vendados
As lascas tiradas jogou aos leões
Divertiu-se o quanto pode
Todas as peripécias aplaudiu de si
Deixou todos os artifícios pelo caminho
Salgou o terreno todo de mim
E enquanto eu ardia
Escondeu-se, perdendo-se na pantomima
Levantou acampamento e sem aviso, partiu
De longe ainda ateou fogo a tudo
E batendo palmas sumiu
Consigo hoje não mais pensar
Consegui esquecer o seu rosto
Perder no trajeto, todo o valor que talvez fosse seu
Lembranças, não sobreviveram
Saudade, de ti não conheci
Tua honra e respeito, você não deixou aqui
Perdoar a você não tenho por que,
Afinal, você só fez comigo uma vez,
o que eu mesmo consenti... uma só vez...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho UMA SÓ VEZ de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

AMIGOS DO POETA: E DEPOIS DAQUELE DIA.....



E DEPOIS 

DAQUELE DIA……
Os meus olhos 
partiram nos teus....
depois daquele dia
aquela noite 
aquela madrugada.
Os teus gestos
ainda estão aqui 
junto dos meus afetos
pálpebras febris

ANDRE RUIZ

terça-feira, 15 de maio de 2012

PENSO NA QUIMERA... POEMA MIL.


Penso na quimera... 


Não adormeço, penso 
Há orvalho na madrugada 
É noite fria de outono 
Sem estrelas e sem lua 
Deve chover... Não tenho sono 
Certa nostalgia me entranha 
Gritos cá e lá ecoam 
Estranhos e humanos 
Da solidão das ruas 
São cães e mendigos 
Abandonados 
Mesmo assim 
A vida continua 
E da casa ao lado 
O perfume dos jasmins 
Invade a janela 
Á fazer companhia 
Não adormeço, penso 
Talvez algum dia 
Haja alforria 
Haja cuidados 
E quimera! 


Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
16/05/2012 
Obra Licenciada

Dragões de fogo... Poema MIL.


































http://ts4.mm.bing.net/th?id=HN.608043167401642262&pid=1.7


Dragões de fogo... 
Amordacem as bocas dos dragões 
Deixem-nos ficar para morrer 
Nas profundezas da alma, incinerados 
Não permitam a sua evasão 
As suas malignas chamas 
Entrem em erupção 
E como vulcão derramem suas lavas 
De passado que atormenta e arde 
Relega á cinzas todos os sonhos 
Destrói a terra e provoca erosão 
Impede o nascimento da semente 
Que brota em amor e transcende 
Tranquem do espírito estas velhas portas 
Estas tristes memórias 
Lancem estes incandescentes demônios 
Ao gelo, congelem-nos ao pior dos invernos 
Que as ervas daninhas e venenosas do passado 
Não tenham força e não matem toda esperança 
Amordacem estas terríveis bocas 
Suas destruidoras línguas de fogo 
Que fazem da vida um martírio 
De escuridão e incessante dor 
Deixem-nos ficar para sempre 
Esquecidos, não destruam o presente 
Não vivam no seu dia dia 
Não sigam para o seu futuro 
Que almeja um destino feliz 
Matem estes terríveis dragões 
Pois eis que vos lançarão á morte 
Em vida, sem abrigo e sem sonhos 
E não devem ser ressurgidos 
“O passado atormenta e arde 
Como vulcão que derrama suas lavas” 
Amordacem estas bocas de dragões 
Para que sua vida não seja em vão! 
Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
12/05/2012
Obra Licenciada
Creative Commons License

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O TRIBUNAL DE OSÍRIS


O TRIBUNAL DE OSIRIS

Na escuridão de um labirinto
Uma alma aflita aguarda seu julgamento.
Diante  do trono de Osíris
Um chacal  lentamente se aproxima,
Para devorar e lançar  no limbo
Os restos de uma alma iníqua.

(Agamenon Troyan)

sábado, 12 de maio de 2012

BELAS PALAVRAS



MOR

Palavras trazem alegrias
Todas as mais belas mensagens.
Poetas logo as rimariam
Num jogo de belas imagens.

Do canto a melodia
Com a mais sonora canção.
Palavra de todo o dia
Que comovem o coração.

Do leitor ou do ouvinte
Quando Le ou escuta.
Num gostoso requinte
Pensa na velha batuta.

São José/SC, 11 de maio de 2.012.

AMIGOS DO POETA: SUSPIRO


SUSPIRO
E nesse ultimo olhar
 com brilho 
de mil estrelas , 
um suspiro
 desprendeu-se.
Saímos de nos
lentamente você começou
a nascer em mim
e eu em você
já éramos  verso de amor.
Num agora para sempre 
entre nos dois.
Um suspiro desprendeu-se
eu me lembro que chovia!!!!
ANDRE RUIZ

sexta-feira, 11 de maio de 2012

ATLÂNTIDA X VENEZA

 
YNSO – Poeta Itinerante

Revendo a história
Escrita com emoção.
Guarda na Memória
No relato da tradição.

No mar da Grécia dividia
Atlântida um povo em combate.
Que um dia desaparecia
Na tradição restou o debate.

Daquele povo nem vestígio restou
Levou toda uma evolução.
No fundo do atlântico ele sepultou
Só restou a tradição.

Dos escritos de Platão
Daquela velha memória.
Restou muita emoção
Traduzida pela história.

Se um dia Veneza afundar
O cuidado com a história.
Em outro lugar bem guardar
A perda de mais uma memória.

Quando tempo vai levar
Só o tempo nos dirá.
A história a registrar
Em seu tempo alguém verá.

Que será o outro Platão
A descrever a realidade.
Neste mundo de então
Para futura posteridade.

São José/SC, 07 de maio de 2.012.