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sexta-feira, 27 de abril de 2012

TRIBUTO COERCITIVO



MOR

No tributo a buscar
Nem já sabe o que fazer.
Contribuinte  a rondar
Para o rombo logo conter.

Na ponta o consumidor
Sua esperança perder.
Sofrendo sua grande dor
Bem pouco pode comer.

Os modormos da viúva
Garante logo seu dia.
Recebem a melhor uva
Ao ter a sua fatia.

Quem está na ponta daquela corda
Nem tem como se enforcar.
Sem comida na hora que se acorda
Os filhos com fome chorar.

São José/SC, 27 de abril de 2.012.

Um comentário:

  1. Querido MARIO,

    Os pobres cada vez mais pobres... os ricos cada vez mais ricos... é assim que a roda anda... infelizmente nesse país... beijos de VC

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