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segunda-feira, 30 de abril de 2012

AMIGOS DO POETA: UMA CERTA HISTORIA

UMA CERTA HISTORIA





UMA CERTA HISTORIA
Retualiza gestos em palavras 
e responde com
perguntas onde 
o amor se esconde
Nos olhos ficam os desejos
 do meu corpo
não fazem segredos. 
Almas se enamoram 
uma da outra
Conta-me outra vez: 
é tão bonito.
ANDRE RUIZ

ETERNAMENTE


ETERNAMENTE
Recolhe o meu corpo 
para que eu me dissolva 
no seu
Celebra o coração 
que fiz teu
Para que o amor 
então sobreviva
ainda que um dia 
não mais aja 
vida em nos.
Recolho teu corpo 
ao meu.
ANDRE RUIZ



O mais belo verso... Poema MIL.


O mais belo verso... 


Quis morrer, arrefecer 
Deixar de crer, sair de mim 
Não consegui... Ao olhar 
A imensa aquarela de cores 
Que se debruça sobre mim 
E é tão maior que meu reverso 
O infinito do mais belo verso 
Que a natureza nos escreveu... E assim 
Também o homem em seu estupor 
O velho na lama e na cama jogado 
Despertou sua mente ao som 
De uma bela canção que evocou 
Seu sonho adormecido e de regresso 
Á vida retornou vibrante de amor 
No ar um som disperso 
Uma sinfonia de anjos 
Uma aquarela de cores 
Que se debruça sobre todos 
É o infinito do mais belo verso 
Que a natureza escreveu 
É a força de Deus 
Que toca a alma 
Alivia todo tormento 
Faz retornarmos á vida 
Agradecidos!

Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
29/04/2012 
Creative Commons License

domingo, 29 de abril de 2012

AMIGOS DO POETA: CAMINHOS MEUS


CAMINHOS MEUS
Mapas que te explorem
teus caminhos um poema
regiões de amar de ser amor
estrada de um só poeta.
Asas dos meus desejos
em cada sílaba uma poesia
orgasmo íntimos do dia a dia.
E na  urgência das palavras 
dou-me por inteiro
impossível não acontecer 
caminhos meus.
ANDRE RUIZ

NO NOSSO TEMPO


Você chega tão excitado da rua!
Com pensamentos que não conheço
Com imagens que não imagino
Palavras prontas
Roça-me sua intenção toda
Esperando que eu sinta o mesmo
Quer que lhe demonstre desejo
Quer que te queira
Que te abrace e beije e te acaricie
Mas os amores que trouxe da rua
São vorazes, são ferozes
não permitem minha lenta aproximação...
Não são como o nosso,
que sincronizados, não tem hora...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho NO NOSSO TEMPO de Vera Celms foi licenciado com uma Licença
Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada

AMIGOS DO POETA: GESTOS


GESTOS
Tudo o que você
quis eu quis também
com pedaços poéticos
te escrevi em mim
Te descrevendo 
em cada linha  
dos meus versos
Anjos que habitam 
em teu ser
Cupido querubim
pobre de mim. 
Amo-te assim
assim atrás 
das cortinas 
pela janela  
da velha casa.
Um milagre 
acende o gesto 
mesmo a distancia 
amor.
Palavras poesias 
para ti 
que nunca foram ditas
ANDRE RUIZ

sexta-feira, 27 de abril de 2012

TRIBUTO COERCITIVO



MOR

No tributo a buscar
Nem já sabe o que fazer.
Contribuinte  a rondar
Para o rombo logo conter.

Na ponta o consumidor
Sua esperança perder.
Sofrendo sua grande dor
Bem pouco pode comer.

Os modormos da viúva
Garante logo seu dia.
Recebem a melhor uva
Ao ter a sua fatia.

Quem está na ponta daquela corda
Nem tem como se enforcar.
Sem comida na hora que se acorda
Os filhos com fome chorar.

São José/SC, 27 de abril de 2.012.

VETA VOTO



MOR

No ancouradoro da vida
Tudo pode acontecer.
Com a permissão devida
O veto já esmorecer.

Da vegetação o belo verde
Lembra as nossas cores.
Do nosso pendão o auriverde
Com todos os fatores.

Em nossa fauna e floresta
Um orgulho de nosso país.
Nossa ecologia faz a festa
Agora acordaram por um trís.

Aqui se fabrica deserto
Relembrando o Saára
Quando num momento certo
Este país já é uma farra.

São José/SC, 27 de abril de 2.012.

VEREDICTO FINAL/ POEMA MIL.


Veredicto final! 


Rompí las falsas promesas 
Me deshice de los harapos de su retrato 
La canción de antaño, su imagen evocada 
Me vestí de negro, vestida de luto 
Declare su muerte anunciada 
Huyo de tus recuerdos 
Para buscar un amor absoluto 
Silencio ... No voy a decir más palabras 
Sólo el veredicto final, aquí ha jurado 
Ahora puedo volar con las alas de gaviota 
Porque los sueños equidistantes 
Tiene la sensibilidad en el paisaje 
Por último en última instancia 
Yo destruyo mi diario! Romper nuestra historia 
Y editar el nuevo libro de la esperanza 
¿Dónde existe la sinceridad, con toda la gloria 
No fue la fe que tengo, el amor que llevo 
Para mí y para toda la vida ... Estoy seguro de que 
No sobrevive el amor que nunca me dio 
He ido de ti, un sentido que nunca vio 
La hiel de una melodía cantada 
La miseria que tenía a su lado 
Sigo ... En busca de alguien que me ame! 


María Iraci Leal / MIL 
POA/RS/Brasil 
20/12/2012 
Creative Commons License

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A fé salva/ Poema MIL.


A fé salva... 


Por mais dura que a vida seja 
Não duvides a fé salva 
Das coisas do mundo 
Que nos foram destinadas 
Enfrentar ou transpor é possível 
Com fé, aceitação e humildade 
Pouco importa o seu Mestre 
Ou o credo que á tua alma enternece 
Deus é único, criou tudo e o universo 
Vive em tudo, vive em você 
Com espiritualidade 
Com amor e humildade, 
sua caminhada se fará com sucesso! 


Maria Iraci Leal/MIL 
POA/RS/Brasil 
25/04/2012 
Obra Licensiada

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Only today/ Poem MIL.


Only today 


I need love and a hug 
To forget the pain 
The beggar who cries 
The cries in the streets 
Of the children who are hungry 
I do not see that sadness 
The suffering of the world 
In this life without nobility 
I have to fly with the birds 
My soul has to experience the flight 
The love and power of the universe 
The life that flows everywhere 
The innocence of birds 
The white clouds of heaven 
Only today 
I have to fly with the birds 
Forget the pain of the Earth 
Search the tenderness and joy 
Find a little magic 
To donate to the suffering 
Only today! 


Maria Iraci Leal / MIL 
24042012 
POA / RS / Brasil
Creative Commons License

Tan sólo hoy/ Poema MIL.


domingo, 22 de abril de 2012

TESO DESPERTAR



Adormecida
No vão de suas pernas
Exausta, satisfeita e feliz
Sorriso distraído,
adormecido no canto da boca
O corpo nu despreocupado repousa
Sem pudor e sem cuidados
Casual manifesta ereção
Reflexo ou reação
Sonho, espasmo, tesão,
Desejo ou satisfação
Despertar em prontidão
E recomeçar...

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho TESO DESPERTAR de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

sábado, 21 de abril de 2012

NA CAPITAL DA ESPERANÇA



YNSO – Poeta Itinerante

Capital da esperança
Onde tudo acontece.
Ronda a desperança
Este pais já merece.

Politicos o transformaram
Numa bolsa futura.
É dele que tudo esperarm
Do futuro a fartura.

Numa luta contra o povo
Daqueles que os elegeram.
Nem o enxerga de novo
Nem logo os querem verem.

E todos os contribuintes
Seus polpudos salários.
Mesmo sendo um acinte
Como sócios do erário.

Uma grande pizaria
Naquele belo forno.
Quem o desfaria
Ali assistido em torno.

Com todos os tipos em jogos
Como um grande despiste.
Num dos maiores malogros
Nem querem perder o alpiste.

Um disfrace legislativo
Num retrocesso legal.
Logo por todo o motivo
Implantando todo o mal.

Brasília/DF, 21 de abril de 2.012.


Volver a la vida... Poema MIL.





Volver a la vida…

Yo morí
Y ajeno a todo
Un sentimiento maravilloso me llevó
Para un tubo que conducía a alguna parte
Al tratar de entrar en este lugar
Un hombre me cerraba el paso
Me dijo que no podía morir
Necesitaba cumplir
Con mis compromisos
El hombre era un maestro
No se ha identificado
Pero él dijo:
Es necesario volver
Aprender a amar y perdonar
Vivir experiencias buenas y malas
El hombre me dijo:
Vuelve a cumplir con su destino
Encontrar a Dios en su corazón
Él me empujó de nuevo en mi cuerpo
Me desperté del coma
Y cambió mi vida
Volví y empecé a vivir con Dios
En todo el tiempo ...
No tengo miedo de la muerte
Pero entendí que la vida es un compromiso
Una bendición  y el aprendizaje!

Maria Iraci Leal/MIL
POA/RS/Brasil  21/04/2012
Creative Commons License