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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vampira

por Lucia Andrade

Caiu a noite
E eu estou ardendo.
Não vou pedir perdão
Muito menos perdoar.
Hoje não quero palavras
Quero um corpo
Pra me saciar.
E eu escolhi o seu.
Nessa noite
Sou vadia,
Vampira
À procura de sangue
Latejante,
Quente.
Meu desejo te chama
E se o meu fogo te inflama
Venha até minha alcova,
Tenho sede,
Quero te sugar.
Por alguns momentos
Vai me ter,
E quando a vontade arrefecer,
Cate suas roupas no chão,
Vista-se,
Passe pela porta
E pode me esquecer então.

Um comentário:

  1. Resoluta!!!
    Nos ultimos versos o poema virou de busca em basta... gosto disso: decisão, resolução, ponto final e basta.
    Beijos de VC, Lucinha...

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