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domingo, 12 de fevereiro de 2012

MONÓLOGO DO POETA



MOR

A poesia esquecida
Num monólogo do amor.
Nem será aquecida
Depois de uma grande dor.

Ela nunca chegava
Daquela hora estipulada.
Aonde que já estava
De ilusão estava cercada.

Tudo que imaginava
O que teria acontecido.
Na memória pairava
Que não foi percebido.

Do verso que emanava
Por onde teria sumido.
Do beijo que esperava
Sem um ruído ter ouvido.

A  noite ia chegando
 Do poeta o ardor.
A esperança morrendo
Momento de desamor.

São José/SC, 12 de fevereiro de 2.012.

2 comentários:

  1. Triste o momento de desamor, complicado para um poeta... a poesia não vem, parece que é o sangue que deixou de fluir. Beijos de VC, Mario...

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  2. Belíssimo querido poeta, meus cumprimentos, bjs MIL.

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