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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

PEQUENO CONTO DIARIO ERAMOS 3 CAPITULOS 1 2 3 4 5 6 7 8 FINAL



CAPITULO PRIMEIRO

O ENCONTRO


O  Norte da Europa continuava igual  ali na fronteira terrestre entre Dinamarca e Alemanha foi dentro  daquele expresso naqueles trilhos onde começou a nossa Historia.
Próxima parada Copenhague seus muitos cafés e bares  Strøget sua rua principal eu particularmente sou um apaixonado pela Escandinávia desse dia em diante passei a amar mais ainda tudo isso Lembro-me muito do nosso encontro casual
você desconcertada procurando desculpas pela mancha de sorvete que a linda criança havia derrubado  sobre meu sobre tudo negro  e eu vidrado em teus olhos de jabuticaba negros como ônix lindos ate hoje.
    Era uma correria naquela convenção um entra e sai de pessoas de toda parte  do mundo e mesmo durante os dias em que estive no auditório  como palestrante era em você que eu pensava o tempo inteiro.
    Ja  na entrada do meu hotel foi que o acaso veio a ser nosso cúmplice nos colocando diante um do outro mais uma vez.
    Ela me sorriu e aqueles olhos de jabuticaba  me fitaram nos apresentamos,
algo estranho tínhamos uma intimidade tamanha ela me falou de sua vida mais era como se eu já conhece-se a sua historia era uma alegria que invadia a
aquela o jeito trejeitos eu contei parte da minha e o porque de estar ali mais na verdade hoje eu sei que o porque de eu estar ali era ela éramos nos dois ou melhor a nos três afinal a pequena linda também e parte  da nossa historia.



CAPITULO SEGUNDO 
A MUDANÇA
CAPITULO SEGUNDO
A MUDANÇA

E os anos se passaram e continuei a voltar mais seguidamente para Dinamarca, afinal tinha encontrado a mulher da minha vida. .Ester era todo o encanto que um homem pode querer ter e imaginar…. Tínhamos um pacto de amor,cumplicidade. A pequena linda, cada dia mais linda.Mais e mais nos unia.
Resolvi então nessa ultima conferencia que iria mudar de vez, para ficarmos mais perto, mais juntos, mais unidos ainda.
Era final de verão. Aquelas poucas chuvas costumeiras da estação molhavam meus moveis e objetos pessoais .Aquela casa, perto da Ester veio mesmo a calhar, porque de agora em diante vou me dedicar às duas .Estarei mais presente..Quando da chegada daquele inverno úmido e brumoso, eu ja estava instalado, cheio de novos afazeres. Entre eles o de levar e buscar a linda na escola
Passávamos os dias nos três, finais de semana juntos ,cada vez mais unidos. Os amigos de Ester logo se tornaram meu amigos também.
Éramos nos três uma grande família tamanho o amor que entre nos existia Linda, já com treze anos de idade. O tempo passou rápido, parece que foi ontem que tudo começou, naqueles trilhos,naquele expresso .



ERAMOS 3
CAPIT TERCEIRO

VOLTANDO PARA CASA

images

E tudo corria muito bem naquelas ferias escolares da linda. Ela fora viajar com os avós e nos deixou sós. Estávamos em lua de mel Ester e eu .
Em uma dessa madrugadas estávamos na banheira ,conversando ,trocando ideias , nos acariciando , quando o telefone quebra o silencio da noite.
Do outro lado minha mãe aflita , mas isso e próprio da idade,82 anos. Me diz: Michael preciso de você aqui comigo meu filho.
Aquilo me gelou a alma, porque ela nunca me disse que precisava disso ou daquilo.
Perguntei: aconteceu algo?
Ela me diz , e melhor que venhas, prefiro conversar pessoalmente.
Mamãe e uma francesa autentica, dessas que tomam sempre uma taça de vinho após as refeições
Sempre foi uma ativista dos movimentos sociais franceses,os quais todos nos sabemos, que se nao fosse esse tipo de apelo nós não teríamos a base de sustentação de boa parte dos direitos individuais e sociais no mundo.`Por ai ja sabemos como e a sra Marcele.
E na manha seguinte embarco no primeiro trem para Paris, na certeza que tudo logo seria esclarecido e eu voltaria em breve para os braços de Ester.



paris-1332

PEQUENO CONTO DIARIO
ERAMOS 3
CIDADE LUZ
CAPITULO QUARTO

Quanto mais o expresso se aproximava de Paris se via porque ela e denominada cidade luz.
Meu destino: Rue Réaumur 90.
Minha mãe sempre morou no centro de Paris, agora perto do museu das Artes, Défense de la France.
Mamãe foi redatora, alias fez de tudo um pouco ,inclusive doar o prédio e os equipamentos na época. Tudo por uma boa causa, é o que ela dizia.
Bem próximo ao Champs-Elysées, na altura do numero 100, onde ,como todos sabem, tudo acontece.
Entro no prédio, pego a chaves em cima do quadro de luz , subo, abro, e entro . Mamãe está sentada lendo "Che parle pour peuple cubanian",esse livro traz na íntegra a narrativa de Che na radio cubana, quando da revolução.
É um dos tantos livros de cabeceira de dna Marcelle,que aqui nem caberiam de tantos títulos.
Me aproximo, dou um beijo, um abraço.
Sinto toda a sua aura materna me envolver.
Ela me diz:
- Que bom Michel que você veio!
Marcelle, o que ocorre? Pode me dizer qual a razão disso tudo?
Por quê precisa tanto de mim aqui?
Direta e objetiva como sempre foi , contundente, ela me diz na maior simplicidade, enquanto acende um cigarro sorrindo:
- Estou com câncer, tenho de 8 meses a um ano de vida. Gostaria muito de passa-los com você que e meu único filho.
O telefone toca, minha mãe atende e diz:
- Um momento,Michel e pra você.
Do outro lado minha doce Ester:
- Michit você esta bem? chegou bem?
Senti agora um aperto no peito, um mau pressagio, por isso liguei .
Do lado de cá emudeci, pensei comigo:
Seria isso o principio do fim ?.



PEQUENO CONTO DIARIO
ERAMOS 3

REVELAÇÕES
Lesões celulares ocorrem diariamente em nosso organismo e são amplificadas pelo cigarro, radiação e produtos químicos, todas substâncias com alto potencial
Graças a apoptose, não desenvolvemos câncer a todo momento.
Marcelle sempre fumou, em media 4 a cinco carteiras de cigarros  por dia.
Depois de tantos assuntos desagradáveis,  eu digo a Marcelle:
- Vou andar um pouco, arejar a cabeça, preciso respirar, volto logo.
Ciganos e ciganas invadem o cenário, em busca de “negociação” com os transeuntes. O trânsito se torna mais e mais caótico. Como solução, os governantes empreendem campanhas maciças para incentivar o uso de bicicleta, para passeio ou não. Por isto, tão comum encontrar homens e mulheres muito bem vestidos, respectivamente, com ternos impecáveis ou sapatos luxuosos, atravessando a Champs Elysées em suas bicicletas bem equipadas.
Mas, a “cidade-luz” conserva seu esplendor. A educação é levada a sério. A saúde pública é sagrada, embora inimaginável para um estrangeiro ou turista adoecer sem seguro de saúde, já que os valores são elevados. E Paris é realmente sinônimo de vida cultural. Não se trata de jargão. São cinemas espalhados por toda a cidade, espetáculos de dança, peças teatrais e recitais para todos os gostos. Ao ar livre ou no silêncio de igrejas suntuosas, como a Catedral de Notre Dame ou templos intimistas, como a Sainte Chapel, os concertos nos deixam ver a mão de Deus na beleza da música e no dom dos músicos, afora o sentimento de êxtase de todos os artistas.
E o tempo passou,eu me comunicava com  Ester todos os dias.
Marcelle em suas idas e vindas, peregrinações mil a procura de tratamentos alternativos.
Uma sede de viver ou,  pelo menos, nao se entregar sem uma boa luta, uma batalha, uma revoluçao  interna. Acho que isso faz parte do
nosso dna.
Em  meio a tantas coisas  Marcelle me revela que teve um amante antes de se separar de meu pai que era um cara apatico, apagado,  nada tinha  a ver com ela e ainda era viciado.
Nos segredou essa parte da sua vida pois  nada nos acrescentaria,  nao valeria a pena.
 O tal homem chamava-se Vicenzo Peruggia ,de Dumenza, Iitalia . Reza a lenda que esse cidadao  roubou a  Monalisa  por se revoltar contra os  roubos  de obras de arte italiana,por parte de Napoleão, na verdade ,roubou a mando de minha mae na epoca da revoluçao. Queriam vende-la para custear a causa.
sena-11

ERAMOS 3
CAPITULO SEXT0


PRIMAVERA DAS PERDAS

A primavera chegou a Paris, com ela vejo as cerejeiras, as macieiras em flor, narcisos multicoloridos e sinto a chuva que sempre vem com a estação.
Ando pela cidade tentando esquecer dos meus problemas e diminuir as saudades que sinto da minha doce Ester.
Olhando a paisagem penso comigo: Paris é realmente digna de todas as poesias e de todas a canções que foram feitas em homenagem a ela.
Já se passaram dois anos . Marcelle teve algumas melhoras e algumas recaídas também. Segundo seus médicos ela realmente era uma mulher de luta. Jamais viram alguém , com a idade dela, agora com 84 anos, resistir tão bravamente aos tratamentos tão invasivos que essa doença provoca, com algumas reações bem adversas.
Não me lembro de ouvir uma sequer reclamação em todo o processo a não ser que o tratamento estava interferindo no seu paladar. Aliás, Marcelle sempre foi uma glutona incorrigível, apesar da idade. Mas isso nunca prejudicou sua esbeltez e elegância.
Dois dias se passaram sem notícias de minha doce Ester, que havia viajado  , na companhia de seus pais, pra buscar Linda, que agora estudava na Universidade, em Milão, Itália.
Linda cursava o primeiro ano da Faculdade de Moda.
Havíamos combinado que na volta as duas viriam para Paris. Não cabia em mim de tanto contentamento, eufórico,essa era a palavra que traduzia o que eu estava  sentindo.
Passava das tres horas da manhã quando o telefone tocou insistentemente.Acordei sobressaltado.
Do outro lado da linha ouvi a voz de Linda, que mal conseguia balbuciar alguma coisa, pois sua voz estava entrecortada pelos soluços.
Naquela vozinha quase infantil ouvi meu nome quase como um lamento:
-Mitch, Mitch.....é a mamãe, é a mamãe Micth.
Eu perdi tudo Mitch mamãe e meus avós.
-O que faço agora Micht? Só tenho você.
Não consegui raciocinar nada, compreendi:
Naquela linda e doce primavera, Ester havia me deixado, pra sempre, eternamente...
So ficou viva em mim.

ERAMOS 3
ERAMOS 3
capitulo setimo
REVELAÇÕES DE OUTONO

Não tinha muito tempo pra chorar minha perda nem me entregar a tristeza que tomara conta de mim. Nesse momento Linda, a minha Lindinha, precisava que eu me esquecesse pra me lembrar que ela estava só e não sabia o que fazer.
Deixei Marcelle bem cuidada e parti para Milão para providenciar os funerais e saber dos planos de Linda.
E lá, naquela cidade , deixei o corpo de minha Ester pra sempre, só carreguei comigo o seu amor e a parte mais importante da sua vida,Linda.
Agora era eu o responsável pela felicidade de Linda.
Ela mortificada com a tragédia por que havia passado, eu, fragilizado com a perda da minha doce Ester, a doença de Marcelle, não conseguia vislumbrar o que o futuro me reservava.
O tempo passou.... Marcelle e Linda estavam intimas. Pareciam duas antigas conhecidas tamanho o amor e a dedicação que uma tinha pela outra.
Pra Marcelle, Linda era a filha que ela não tinha e para Linda , Marcelle era a mãe que ela perdera.
As duas passavam horas juntas. Ora estavam no jardim tomando o sol leve da manhã, lendo poemas e escutando Vivaldi, ora estavam envoltas com pranchetas desenhando moda. Uma interferia diretamente no gosto da outra.
Tudo isso nos trouxe de volta o sorriso, o brilho nos olhos.
A vida voltou em nossa casa, a vida continuava, precisava continuar.
Era um clima de paz, de amor , que Linda trouxera com a chegada dela.
Tínhamos reagido a todos os acontecimentos tristes e negativos que o destino nos surpreendera.
Porem surpresa maior estava por acontecer...
A voz de Linda, seus olhos de jabuticaba, seus trejeitos, seu sorriso quando se dirigia a mim, fazia meu coração saltar pela boca.
Quando ela me chamava Mitch, Mitch, acordava um sentimento que eu imaginava guardado, escondido.
Eu não querida acreditar no que estava acontecendo....
Olhares doces, voz de meiguice....
Não, não quero pensar, não quero sonhar.
Não devo. Não posso.
ERAMOS 3
PEQUENO CONTO DIARIO
CAPITULO OITAVO
RECOMEÇAR
Em meio a esses conturbados sentimentos, veio o desenlace de Marcelle.
Suas últimas palavras, depois de um ultimo cigarro foram:
- Viva a Revolução! e ela se foi sorrindo.
Apesar de há anos estar me preparando pra esse momento, isso me baqueou, não fosse o carinho , a dedicação de Linda, seus cuidados, não sei o que seria de mim.
Só que essa atenção assoberbada, seus olhares, seus toques me confundem.
Então penso:
- Não, não pode ser. essa minha carência, minhas perdas estão me fazendo ver coisas.
Estávamos cada vez mais apegados, mais próximos, eramos só nos dois agora e um se apoiava no outro.
Ela logo iria se formar, faltavam somente alguns meses para a formatura.Ela se encontrava eufórica com tudo. Estava cada dia mais linda, nem de longe lembrava aquela adolescente que eu conhecera. Se transformara numa lindíssima mulher, de uma alegria contagiante.
Sempre que pergunto a ela sobre namorados , ela desconversa, muda de assunto. Não consigo atinar pra esse desinteresse dela. Herdara da mãe a meiguce, a delicadeza, a educação e tambem a sensualidade, qualquer homem se apaixonaria por ela.
Fazia  uma noite de lua cheia, prata, quase branca. Ela me parecia inquieta, faltavam 2 dias pra formatura, perguntei:
- O que está acontecendo Linda?
- Nada Mitch, coisas minhas , meus fantasmas, meus demonios que ficam rondando nessas noites quentes de luar.
- Vou tomar um banho e me deitar.
Continuei ali tomando um delicioso vinho ao som de Tom e Niucha, um cd, presente de um amigo poeta do Brasil. Mandou-me tambem seu livro: Refpugios da Alma, Coração.
Aprendi com esse amigo a gostar de bossa nova e de coisas do Brasil, tão apaixonado ele era pelo seu lindo País.
Enquanto estou aqui absorto em minhas conjecturas , ouço a voz de Linda a chamar-me.
Na realidade acho que adormeci ouvindo Tom ao piano.
Vou atá a porta da sala de banho e pergunto-lhe o que está acontecendo.Ouço-a:
- Mitch, por favor, traga o meu roupão que esqueci sobre a cama no meu quarto.
No quarto, não posso deixar de notar sobre a cama uma calcinha de renda, de sutil transparência, capaz de fazer qualquer homem viajar em sua imaginação.
Que loucura é essa? penso comigo.Ouço novamente a voz de Linda:
- Mitch está muito fio aqui, esqueceu meu roupão?
Nossa! acho que devaneei por alguns minutos.
Bato a porta e digo:
- Vou deixar pendurado aqui.
- Pode entrar Mitch, estou enrolada na toalha.Entro, ela vem em minha direção, se dependura em meu pescoço, me beija e diz:
- Obrigada Mitch.
Senti aquele corpo semi desnudo colado ao meu e foi como se todas as correntes elétricas do meu corpo se tivessem ligado num momento só.Aquilo me excitou tanto que senti meu rosto corar.
Então ela sorriu e me disse:
- Vou me deitar. Me dá mais um beijo e se encaminha para seu quarto.
Volto e tento recomeçar de onde havia parado. Ao fundo uma canção diz:
Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar.....
Não, aquilo não podia estar acontecendo, ela estava demonstrando que me queria, ou eu estava imaginando coisas?
Penso em Ester, Marcelle, na nossa diferença de idade, que a peguei no colo, cuidei como filha.
Não, estou alucinando, pirando, coisas da idade, auto afirmação, sei lá o quê.
Ouço uns murmúrios mais parecidos com gemidos vindo do quarto de Linda.
Vou até a porta que está entreaberta e vejo que é Linda quem está de olhos semicerrados , num desses momentos íntimos, que não precisamos descrever.
Vou me afastando silenciosamente e então ouço:
- Venha Mitch. Venha pra mim, voce não percebeu ainda que voce é a razão da minha vida?
Noite quente, lua cheia, lhares, pedidos, gemidos, bossa nova, Tom e Miucha, ao fundo, cantando Eu sei que vou te amar...... num impulso, quase louco, entro no quarto.
Deito devagar ao seu lado, ela sentindo o meu calor, se aconchega no meu peito. Abre os olhos e diz:
Os céus que nos perdoem Mitch, mas voce é o amor da minha vida, sempre foi.
Tento argumentar, mas ela me cala com um longo beijo.Estaria eu sonhando? Desejos, abraços, murmúrios, aquele corpo quente e branco que ela diz ter guardado pra mim, por isso nunca namorara.
Nossos arrepios, nossos cheiros logo tomaram conta do quarto, enchendo-o com nossos aromas perfumando nossa primeira entrega de amor.
Eu não me cabia de felicidade, nem mesmo a minha doce Ester me amara tão alucinadamente, numa entrega total como Linda.
Eu nunca experimentara sensação igual.
Adormecemos exaustos um nos braços do outro.
Acordo antes, cubro-lhe o corpo seminú e vou até a cozinha e lhe preparar um café. /desço ao jardim colho a mais bela rosa e coloco na bandeja. Entro no quarto, abro as cortinas e um facho de luz prateada brilha em nosso chão, assim como se estivesse escondido pra aquecer o nosso amor.
Linda acorda vagarosamente, abre os olhos em uma preguiça quase infantil. Sorri e me diz:
Bom dia Mitch, bom dia , voce é a minha vida.
Fico ali calado, maravilhado, contemplando tudo aquilo.
Na realidade com medo de acordar e tudo não passar de um sonho.
Depois da formatura fomos para as margens do Sena, ali conversamos por horas,até surgirem as primeiras luzes da manhã. Ela encantada com minhas histórias e eu com sua euforia infantil, sua vontade de voar. Tudo isso só tinha pausas para nossos beijos e abraços.
Voltamos pra casa. O amor crescia a cada dia, cada vez mais ela me amava e eu a ela.
Noite de reveillon, 31 de dezembro. Aqui a tradição e pssar o reveillon no topo das montanhas. Fomos ao vale de kayserberg. Destino: topo dos Vogues.
Estrelas, champagne,tilintar de taças, como em todos os lugares deste nosso Universo, promessas, compromissos de mudanças.
Nessa incrível paisagem, nesse imenso burburinho, Linda me faz uma revelação que eu jamais havia tido tempo de pensar, tão apaixonado estava em demonstrar o meu amor por ela.
-Mitch, vamos ser pais.
Estou sabendo há já algum temp mas queria escolher o lugar certo pra lhe fazer essa revelação.
- São duas , meu amor. E já escolhi os nomes, vão se chamar: Ester e Marcelle.
Todos voces podem imaginar da incontida alegria que invadiu meu coração.
Lembrei o amigo poeta do Brasil, que me presenteara o cd, e eu me puz a cantar pra Linda:
- Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar.......

QUEM DISSE QUE NÃO SE PODE INVENTAR UM NOVO COMEÇO, ESTAVA TOTALMENTE ERRADO

FIM

7 comentários:

  1. Querido Andre, fico aguardando a continuação. Me pronuncio no final...
    Beijos de VC... estou adorando tudo isso...

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  2. Estou aqui morta de curiosidade por saber que final vai ter . Mas contenho a curiosidade e vou seguir capítulo a capítulo.
    Sou sua fâ de carteirinha

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  3. Também estou morta de curiosidade.
    Estou adorando, obrigado André, bjs.

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  4. André,lindo conto cheio de emoções,voce realmente além de um ótimo poeta é um bom contista,continue meu amigo voce vai longe.Abraços.

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  5. SEMPRE MUITA TENSÃO, A REVIRAVOLTA DO AMOR, BEIJOS AMIGO, ADOREI.

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  6. Dá-lhe ANDRÉEEEEE!!!
    Esse conto ficou maravilhooooooso...
    Todos os ingredientes, curiosidade, novidades, sofrimento, surpresas e afinal um final surpreendente... uau... ficou uau...
    PARABÉNS... amei... beijos de VC

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  7. Lindo demais André! Final fantástico, parabéns bjs MIL.

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